S11 | Billboard entrevista: Plastique Tiara

Plastique Tiara fala sobre o aprendizado com Alyssa Edwards, visibilidade asiática e mais coisas de Drag Race.

Modo Noturno

Na noite de quinta-feira (25 de abril), RuPaul’s Drag Race fez uma paródia de série policial, enquanto as rainhas enfrentavam o desafio de improviso como criminosas degenerada no show L.A.D.P. (Los Angeles Drag Patrol).

Algumas rainhas saíram impunes; depois de rebolar sua bunda para cima e para baixo na avenida, A’Keria C. Davenport venceu seu segundo desafio principal desta temporada. Mas duas rainhas foram oficialmente fixadas e apenas uma teve a fiança paga. Em uma dublagem de “Hood Boy”, da Fantasia, Vanessa Vanjie Mateo conseguiu sair de suas algemas, enquanto Plastique Tiara levou sashay away.

Plastique falou com a Billboard um dia depois de sua eliminação sobre a representação asiática, sua mãe drag Alyssa Edwards, e como é Drag Race de verdade.

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Como você está se sentindo depois de assistir a sua eliminação?

É meio que libertador, de uma maneira estranha. Como na metade da competição, percebi que esqueci de me divertir, e estava tão concentrado em tentar vencer e ganhar o próximo desafio, e tentar ser a melhor que podia para que os juízes pudessem me validar. Mas eu esqueci de me divertir e assistindo tudo de novo, eu posso dizer quando eu não estava me divertindo mais. Então é quase libertador, porque eu posso passar por esse sentimento e dizer: “OK, então é isso que foi!”

Qual foi a sua tática em enfrentar Vanjie naquela dublagem?

Durante aquilo, eu sabia que Vanjie ia dançar tudo que podia. Essa foi basicamente uma música para o repertório dela, sabe? Tipo, ela pode… ela pode realizar muita coisa com aquilo e, assim, naquela situação eu usava um salto alto de de dez polegadas, então eu fiquei tipo, “OK, eu não consigo dançar”. Então eu realmente fui mais com a música, sentindo a mensagem do que a música estava tentando dizer, e eu dublei plea minha vida, rainha!

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Sua pequena homenagem para sua mãe drag, Alyssa Edwards, saiu como planejado?

Você sabe, em primeiro lugar, quando eu assisti Drag Race, Alyssa sempre foi uma de meus ídolos, então ela me adotar foi incrível. Então, eu assisti Alyssa dublar no show e em performances ao vivo tantas vezes que eu acho que aprendi por ela. [Risos] Então, no momento, eu estava tipo, “Ah, tudo bem! Vamos fazer isso!” Veio naturalmente para mim. “Minha perna levanta aqui”.

Eu acho que há uma grande divisão entre as expectativas de Drag Race e a realidade de Drag Race. Quais foram as suas expectativas quando você chegou e como elas se comparam à experiência real?

Quando entrei na sala de trabalho, estava muito preparada para vencer. Então, eu entrei com todas as roupas, com todo o cabelo, com toda a maquiagem, e eu fiquei tipo: “Bem, eu tenho tudo isso. Estou pronta”. Mas a competição é muito mais que isso. É muito mais difícil do que roupas, cabelos e maquiagem – é explorar a si mesma e… ao longo desta competição, eu tive um grande progresso com a RuPaul, e isso realmente me fez perceber que talvez eu não esteja tão segura de mim mesma. Talvez eu precisasse dedicar mais tempo para aprender sobre mim e me apresentar ao mundo.

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No entanto, passar por essa experiência em uma plataforma mundial me conectou com tantos fãs incríveis, e recebi muitas mensagens de fãs de todo o mundo, dizendo que, de alguma forma, minha experiência os ajudou a ser mais parecidos com eles mesmos e a não sentir medo. Eles podem realmente se identificar com o que senti durante esse período. Estou muito grata por ter passado por isso. Você sabe, algumas pessoas estavam dizendo: “Talvez você devesse ter esperado”, e talvez se eu tivesse esperado eu teria feito melhor. Mas, se eu esperasse, nunca teria conquistado essa plataforma que tenho hoje.

Silky fez uma piada durante o desafio “The Library is Open” que muitos fãs estão falando que foi racismo contra você, já que ela falou um falso japonês falso, enquanto você é vietnamita. Você concordou com isso quando rolou? Você concorda agora?

No momento pareceu… surpreendente. Fiquei um pouco surpresa com isso. Assistindo de novo, eu sinto como, você sabe, somos todos humanos! A melhor coisa a fazer é aprender com essa experiência. Eu amo todas as minhas irmãs, e ainda somos todas muito próximas, então você sabe, às vezes nós brigamos. Mas essa experiência é tão especial, e a única coisa que você pode fazer é realmente seguir em frente e tomar isso como uma lição. Não há representação asiática suficiente, especialmente a representação asiática queer atualmente. Para mim, estar neste show foi muito importante, e estou aqui para tentar difundir a consciência sobre isso, e acho que os fãs apreciariam que evoluíssemos como uma comunidade também.

Isso é algo que Michelle trouxe à tona na passarela desta semana quando falava sobre o orgulho asiático. Olhando para trás em seu período no show, você sente que realizou sua meta de espalhar essa consciência (asiática)?

Olhando para trás, eu estou muito feliz com a forma como tudo aconteceu, porque eu sou um homem vietnamita gay da primeira geração, que participou deste programa de TV para se vestir de mulher. [Risos] Não tenho certeza se isso já foi feito antes na televisão nacional. Minha história era muito diferente de todos que estavam no programa comigo naquela época, então fiquei muito feliz em poder representar minha comunidade e representar as crianças que compartilham a mesma experiência comigo. Eu quero ser a voz que, crescendo, eu nunca tive. Estou orgulhosa. Estou simplesmente orgulhosa

Look de Plastique
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Você tem uma nova música chamada “Irresistible”, e é batidão! Qual foi a mensagem que você queria transmitir com essa faixa?

Eu fiz essa música para homenagear a confiança que a arte drag me dá. Plastique fez coisas que Duc nunca conseguiu, então eu queria devolver aos fãs algo que pudesse animá-los. Se eu, esse pequeno menino vietnamita, posso fazer isso, você também pode fazê-lo. Eu estou vivendo meu sonho enquanto falamos, então para mim, seguindo adiante, eu só quero conquistar todas as plataformas. Estou aqui para realmente contar minha verdade e minha história, e espero que as pessoas possam se identificar, e isso pode ajudar meninos e meninas asiáticos por aí que temem que ser diferente seja algo errado. Talvez eu possa ajudar com isso, porque também senti isso uma vez.

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