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Drag Queens

Who’s That Queen? Bitter Betty

“Esta foi a minha 1° vez fazendo testes para o programa porque eu não acho que minha estética se encaixasse em Dragula antes”, diz Bitter Betty, da quarta temporada, nesta entrevista exclusiva.

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🕓 10 min de leitura

Os seus olhos veem passar pela sua frente Merrie Cherry, Astrud Aurelia, La Zavaleta, Koco Caine e… Depois vem o quê? Ela mesma, amarga só no nome, a quinta drag monster a entrar na quarta temporada de The Boulet Brothers’ Dragula, Bitter Betty.

Transexual monSTAR radicada em Los Angeles, na Califórnia, ela chegou na competição com o aval de pouco mais de duas décadas de atividade profissional, as quais lhe permitem entrar no programa com um bordão que zomba do próprio bordão: “Eu não vou precisar dizer a porra de uma frase brega e marcante, vou?”

Após este momento espirituoso, que marca o primeiro episódio, Horror Icons Reimagined, transmitido no último dia 19 de outubro, descobrimos que Bitter já conhecia Sigourney Beaver antes do reality show, assim como era fã do trabalho de Hoso Terra Toma. De qualquer forma, proximidades à parte, o primeiro floorshow se apresentava, e pedia a recriação de um ícone do terror com elementos autorais:

Eu decidi fazer a rainha do horror, Elvira, e eu vou fazê-la um pouco mais terrível. Claro que meu cabelo será gigantesco, mas realmente vou elevar este look com a maquiagem e o rosto dela. Eu efetivamente quero que ela pareça um demônio, como Elvira em sua verdadeira forma”.

A tentativa deu certo? Vamos ver o que as The Boulet Brothers disseram. “Betty, eu não acho que você deveria necessariamente estar aqui esta noite. Eu acho que o detalhe com sua roupa veio com espadas. Sua drag é perfeita. O problema foi que os jurados sentiram que era muito parecido à sua inspiração”.

E teve mais: “Essa foi a sua queda. Quero dizer, honestamente, há muitos detalhes. Eu pessoalmente quero esses brincos de merda. O ícone apareceu totalmente, mas você não conseguiu torná-lo algo novo”.

Para o diretor de cinema e jurado especial Darren Stein, o problema foi que a roupa de Betty poderia ser vista em outra variação em qualquer bar gay durante o Halloween, então, só precisava de um pouco de imaginação. Tananarive Due, educadora e escritora americana, acrescenta: “Belo cabelo, ótimos peitos. Só quero ver mais Bitter Betty”.

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Findadas as críticas, esta monstra ficou entre as três piores, porém, viva para a semana seguinte, com o episódio dois, Nosferatu Beach Party. Como o título já adianta, a premissa para o floorshow é uma roupa de vampiro junto a performance, em dupla, da música Gothic Suf-A-Rama, da banda Vampire Beach Babes.

Vencedora do Fright Feat, La Zavaleta pode escolher as duplas, e coloca Betty com Jade Jolie, que é salva enquanto sua parceira começa a receber suas críticas das apresentadoras. “Mesmo que eu ache que o seu look seja meticuloso, quando você teve a oportunidade de servi-lo, eu senti como se você estivesse olhando para a Jade pra checar. O palco é seu, os holofotes estão sobre você. Aproveite o momento”.

Indo em frente, as Boulet Brothers afirmam: “E você gosta de desviar o olhar da câmera. Você acabou de perder a oportunidade de brilhar. Por mais que me doa dizer, foi um desafio de performance”. Vanessa Hudgens, jurada convidada, complementa: “Eu só vi você pensando muito e eu acho que se você esquecer sua coreografia, foda-se, faça o que quiser e encontre a câmera, encontre sua luz e se venda e não atrapalhe você mesma”.

Como esperado, o bottom dois veio e, com ele, o desafio de extermínio, basicamente, um tanque cheio de sanguessugas (pets das Boulet) para que Betty e Astrud Aurelia colocassem seus braços. Neste momento, ela protagonizou um feito inesquecível: “Eu deveria ficar porque a Astrud é uma vadiazinha”.

O pedido fora atendido, como tal, chegamos ao terceiro episódio, Weird, Wild, West, e o desafio principal: um look country inspirado no estranho e selvagem Oeste. Para ele, Betty tinha um plano definido: “Você sabe, eu sou das velhas montanhas do Sul, o sertão do Tennessee, e como tal, adoro Dolly Parton, então, minha inspiração é ‘o melhor puteiro do Texas’, e vou combiná-lo com um dos meus filmes favoritos pós-apocalípticos, Terminator. Logo ela vai ser como uma robô-Dolly ressuscitando das cinzas. O que é, você sabe, a própria situação”.

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Desta vez, as intenções agradaram tanto que as Boulet admitiram que esta era a transformação que elas esperavam, com Betty sendo a Betty que escalaram. “Quando eu vi seu vídeo de audição ela estava tão poderosa e tão divertida e quando ela estava nos dois primeiros episódios era tipo: Cadê você?”

Antes das Boulets passarem a palavra para Orville Peck e Trixie Mattel, jurados convidados, uma última nota: “Honestamente, este é o tipo de transformação que eu acho que é como um triunfo. Vimos confiança e diversão, isso é contagiante, adoramos ver isso”.

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Orville reiterou que foi uma forma inteligente de mostrar dois personagens no palco e que Betty aproveitou ao máximo o seu tempo. Trixie finalizou da seguinte forma: “O olho de ciborgue, se fosse um aparelho maior, eu entenderia mais. Eu queria que fosse um Exterminador tipo com o controle do Playstation preso à sua cabeça. Mas por outro lado estava muito legal”.

Ao final do dia, mesmo entre as melhores, o plot twist não deixou Betty comemorar por muito tempo, afinal, todas as monstras estavam no extermínio, mas somente Saint e Koco Caine poderiam ser eliminadas. Depois de montar no touro mecânico como requisito desta prova, o que aconteceria no episódio quatro? Spoiler: Monsters of Rock.

Divididas em dois grupos pelas próprias Boulet Brothers, as oito monstras restantes foram incumbidas de performar Bite Your Teeth, da cantora Poppy (também jurada convidada). Uma curiosidade sobre este episódio é que Betty cortou o casaco que usou, o sujou e fez uma maquiagem bagunçada por estar receosa de ficar bonita e limpa demais. Como ela disse nas redes sociais, ‘basicamente, deixei mais sujo, mas ficou tão bom e ainda me fez sentir de alguma forma no momento’.

Participante da banda Glam Rot com Sigourney Beaver, Jade Jolie e Merrie Cherry, Betty, que recebeu críticas positivas, se viu junto a suas companheiras amargando um bottom 4 que acabou com a eliminação de Merrie após uma, digamos, terapia de choque.

Exibido dia 16 de novembro, Ghostship Glamour, com o perdão do trocadilho infeliz, tem gosto amargo para Bitter Betty. Vencedora do Fright Feat, Jade Jolie é mimada com o poder de escolher uma monstra direto para o extermínio, e opta por ela mesma, a drag amarga apenas no nome. Em paralelo, seu look e performance no novo single das Boulet Brothers, Wicked Love, não agradaram, e assim as mães do terror definiram o bottom 3, com Betty, Hoso Terra Toma e La Zavaleta. O desfecho começa a se definir com o desafio final, modelar na costa ao lado do oceano, até ela deixar a competição em quinto lugar. Aqui acaba a história dela em Dragula, mas afinal, Who’s That Queen?

Sara Andrews, filha de Connie Richardson, é a pessoa por trás de Bitter Betty, uma americana nascida em 30 de dezembro, uma mulher transexual que aprecia as cores e silhuetas dos desenhos dos anos oitenta e que, enquanto crescia, não podia ser a rainha que nasceu para ser, pois foi criada como um menino que não podia se dar ao luxo de ser feminino, ou, vá lá, apenas ser quem é de verdade.

É neste contexto que Sara estudou, no ensino médio, na Cookeville High School, em Cookeville, no Tenessee, Estados Unidos. O que viria pela frente estava longe de ser fácil, como você verá abaixo, na nossa entrevista, mas a vida de Betty voltaria a ter alguma ‘normalidade’ em 2004, quando começou a trabalhar no Play Dance Bar, em Nashville. Nove anos depois, em 2013, encerra este trabalho.

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Neste mesmo ano, presta serviço ao Kitty Kat Lounge And Supper Club, em Chicago, até mudar-se para Orlando, na Flórida. Tempos depois, 2016 marca a vida de Betty de duas formas distintas: ela sai da Kitty Kat, emprega-se na Sephora, fica noiva e casa com Taylor Andrews, um homem transexual, que a conheceu em 2012.

Em 2017 Betty sai da Sephora e executa seu projeto mais pessoal: a Wig Takeout. Sobre ela, diz o seguinte em seu site: “Perucas sempre foram meu ingrediente favorito para trabalhar. Me lembro de assistir as rainhas nos bastidores chicoteando bufantes além da imaginação. Eu sabia que possuía o talento para me juntar às fileiras dessas encantadoras de perucas”.

Esta declaração não espanta quando sabemos que Betty desde sempre quis ser uma drag queen, uma profissão que lhe dava acesso a um mundo paralelo ao seu cotidiano monótono da juventude, onde ela podia experimentar o gosto da tão sonhada liberdade. A relação se estreitou e mudou, como ela mesma diz no site de sua empresa, sobre ser uma rainha: “Com a ajuda de algumas das rainhas mais talentosas do ramo, essa mistura foi servida, degustada e refinada ao longo de muitos anos de minha carreira”.

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Por fim, esta monstra deliciosamente perturbadora, integrante do podcast Creatures of the Night, das The Boulet Brothers, teve como primeiro trabalho profissional um vídeo em Hollywood nos anos 90, partiu para gravar este reality show com cinco dólares na conta bancária, e você sabe: ela pode ter um nome amargo e parecer cruel, mas é doce por baixo de tudo isto. Uma pessoa normal, que tem pânico de cobras, animal semelhante às pessoas que passaram anos lhe dizendo que mulheres trans tem vantagens injustas ao fazer drag, por exemplo.

Tanto tempo se passou com Betty ouvindo este discurso que ela passou a acreditar nele, logo, tudo foi mudado em sua drag e um pensamento pairou no ar, indicando que devia ter ficado, como a mesma disse no Twitter, ‘linda e nua no palco a cada floorshow’. De qualquer forma, sua mentalidade mudou, para melhor, claro.

Estou aqui apenas para mostrar ao mundo o que foi jogado nas sombras. Eu adoraria dizer a outras mulheres trans nesta forma de arte para não desistirem nunca. É o nosso momento, é o nosso tempo. Eu sou uma drag monster porque eu sou a vadia mais punk do mundo”, afirma, no Meet Our Monsters. E o que mais ela é você descobre agora, na íntegra, na entrevista que fizemos. Confira!

Por cerca de 22 anos você tem trabalhado como drag. Neste período de tempo, qual foi o papel de sua mãe em sua carreira? Ela continua lá te ajudando?

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Desde que cresci em lares adotivos, minha mãe e eu não somos muito próximas. Estou completamente sozinha desde os 18 anos. Minha mãe assinou seus direitos quando eu tinha 10 anos. Ela ouviu vozes e atirou na casa do amante com a esposa ainda dentro. Ninguém ficou ferido, mas ela foi presa e eu fui colocada permanentemente em um orfanato.

Lamento! Perguntei sobre este assunto porque vi a sua mãe no seu Facebook.

Oh, não se preocupe! Eu me reuni com minha mãe biológica mais tarde na vida e nós somos amigas. Só não próximas nem nada. Não é algo que me incomode. Não tenho problemas em contar minha história de vida. O bom, o ruim ou o feio.

Você nasceu em Cookeville, mudou-se para Orlando em 2013 e se estabeleceu em Los Angeles em 2019.

Eu cresci em um orfanato. Então eu me mudei muito.

O que te levou a estas mudanças?

Quando fiz 18 anos, me mudei para a “cidade grande” de Nashville. Trabalhei no elenco em um par de grandes bares de drag (The Connection & Play Dance Bar) por cerca de 10-15 anos. Conheci meu marido lá. E nos mudamos para Orlando para uma oportunidade de trabalho para ele. Não deu certo, então partimos para Chicago, onde eu voava mensalmente para trabalhar no Kit Kat Lounge (um bar drag trans de Martini). Ficamos lá cerca de 5 anos antes de dar um último salto para Los Angeles, procurando ainda mais oportunidades. Nós dois crescemos pobres no sertão do Cinturão da Bíblia, então estamos apenas viajando pelo país tentando o nosso melhor para sair da pobreza.

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Como sua drag evoluiu neste período de tempo?

Bem, eu comecei como uma rainha da comédia em cerca de 1998. Mas quando comecei a fazer a transição, as multidões responderam mais ao que eu gosto de chamar de “drag travesti nua”. Muitos pastéis, revelações, glamour, etc. Durante a pandemia fiquei entediada e decidi brincar com looks mais alternativos. Dragula, das Boulet Brothers, foi definitivamente uma experiência de aprendizado. Eu estava tentando encontrar quem era Bitter Betty enquanto eu estive lá.

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Em 2017 você começou sua própria empresa, Wig Takeout. Quando teve a ideia para ela?

Wig Takeout surgiu depois que um bando de rainhas de Chicago me pediu para fazer perucas para elas. Meu marido me convenceu a começar o negócio e eu fiquei chapada um dia e pensei que seria legal se as perucas viessem em carregadores gigantes, já que elas estavam sendo entregues às pessoas pelo correio. E Wig Takeout nasceu!

Como foi o dia em que assistiu The Boulet Brothers’ Dragula pela primeira vez? Qual foi sua primeira impressão do programa?

Achei que era o programa mais legal! Eu costumava assistir Fear Factor e eu amei a ideia de misturar isso com drag! Eu também fiquei muito feliz em ver um show de drag televisionado cuja mensagem era de aceitação… especialmente com artistas drag que estavam sendo discriminados por outros programas grandes.

Você tentou participar de Dragula nas temporadas anteriores?

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Esta foi a minha primeira vez fazendo testes para o programa porque eu não acho que minha estética se encaixasse nele antes.

No episódio um da quarta temporada você disse para a Sigourney Beaver que a sua primeira mãe drag era uma mulher cisgênero. Qual o nome dela?

O nome dela era Danielle de la Fontaine. Ela me pintou e me colocou em um recém-chegado concurso (o único concurso que eu já fiz). Mas ela nunca foi uma drag queen profissional. Ela só fez isso por diversão. Minha mãe drag atual é Austria Andrews – uma mulher transexual negra que era uma celebridade local em Nashville naquela época. Esta é ela:

Posso acrescentar esta parte a entrevista?

Sim, seu slogan era The Body Beautiful: Austria Andrews.

Um ótimo registro. Mas mudando de assunto: dia 30 de dezembro é o seu aniversário. Qual é o melhor presente para dar a uma drag monster?

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Um vale-presente Wig Takeout, é claro! (Plugue sem vergonha).

Se você pudesse formar um grupo de garotas com mais quatro drag monsters, quem você escolheria e por que razão?

Vamos ver… Acho que eu iria com apenas Biqtch Puddin’, Priscilla Chambers e eu. Seríamos definitivamente uma banda de Southern rock dos anos 80/90.

Qual será o nome do primeiro single?

Nosso primeiro single seria “Highway to Heels”.

Eu não sei se você sabe disto, mas o Brasil é o país que mais mata pessoas transexuais e travestis no mundo todo. Um dado terrível e alarmante.

Ah, nossa! Eu não sabia disso. Isso é tão triste.

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E o Brasil também é o país que mais consome pornografia transexual. O presidente é fascista. O filho dele, o vereador Carlos Bolsonaro, quer criar um projeto que obriga transgêneros a usarem banheiros de acordo com seu sexo biológico por aqui. Qual é a sua opinião sobre isto?

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Isso é tão ridículo … e não logicamente executável.

Algo assim acontece nos Estados Unidos com pessoas trans?

Uma lei semelhante foi aprovada em minha cidade natal, Nashville, onde as empresas devem ter uma placa se permitirem que pessoas trans usem qualquer banheiro. O sinal diz:

ESTA INSTALAÇÃO MANTÉM UMA POLÍTICA DE PERMITIR O USO DE BANHEIROS POR SEXO BIOLÓGICO, INDEPENDENTEMENTE DA DESIGNAÇÃO NO BANHEIRO.

Para finalizarmos: desde 2016 você está casada com Taylor Andrews. Isso me faz pensar no afeto e relacionamentos amorosos de pessoas trans, casais transcentrados. Por que namorar ainda é uma barreira para a comunidade trans?

Não acho que namorar é necessariamente uma barreira para pessoas trans. Acho que às vezes é só um medo nosso. Muitas vezes nos perguntamos se encontraremos o amor por causa do que somos. E essa maneira de pensar é a verdadeira barreira.

Siga Bitter Betty no Instagram, Twitter e Facebook.

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