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Jimbo faz emocionante homenagem para irmão biológico

Jimbo fez um incrível ensaio fotográfico com seu irmão biológico, o qual montou de drag, e ainda postou um emocionante depoimento sobre a relação da dupla. Vem ler!

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🕓 2 min de leitura

A rainha fanfavorite da primeira temporada de Canada’s Drag Race, Jimbo, fez uma emocionante homanagem ao irmão biológico em suas mídias sociais. A drag contou um pouco de como foi crescer ao lado dele em um lar conturbado, agradecendo-o por ter estado ao seu lado sempre é declarando seu amor. Confira a seguir o relato postado originalmente no Instagram.

“Quando éramos pequenos, meu irmão Jeff e eu sempre gostamos de brincar de se fantasiar. Costumávamos nos esconder na parte do porão que chamamos de ‘calabouço’, uma enorme sala de cimento com uma grande porta de madeira e grandes dobradiças de metal, iluminada por algumas lâmpadas sem cobertura. O Calabouço estava cheio de móveis descartados da minha família, pertences velhos e coisas deixadas para trás por famílias antes de nós.

Meu pai nunca foi lá, então podíamos esconder as coisas das quais gostávamos, que não deveríamos, onde ele não as encontraria. Costumávamos nos vestir com roupas roubadas da minha mãe, da nossa avó e das namoradas dele. Nós ríamos, brincávamos e girávamos em torno de uma coluna de apoio até sermos pegos. Ele [o pai] abria a porta e gritava para nós “dar o fora daí!”. Seu quarto ficava em cima do Calabouço e ele odiava o som de nós rindo e brincando lá e sabia o que estávamos fazendo. Nós sussurrávamos, riámos e batíamos palmas no fundo da masmorra para arrancar tudo e esconder novamente”.

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“De muitas maneiras, meu pai representava “O Lobo Mau”… ele havia comido minha mãe e agora ficava basicamente apenas deitado na cama… ironicamente no mesmo lugar onde minha avó ficou deitada até morrer. Tínhamos medo dele, mas o amávamos e sempre nos perguntamos se um dia ele também poderia se virar e nos comer. Aprendemos a esconder quem éramos e o que gostávamos para sobreviver. Ele nos comeu lentamente, mas no final escapamos antes de sermos devorados.

Para esses looks, eu queria que nos sentíssemos como duas Chapeuzinhos Vermelhos que venceram o Lobo e emergiram “da floresta” como pessoas fortes, lindas, sexy e confiantes. Não fomos comidos e, ao que parece, nem minha mãe no final. Todos nós sobrevivemos e agora celebramos quem somos e compartilhamos amor e espalhamos alegria como mamãe Mary Insell nos ensinou”.

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Jeff Insell, eu te amo mais do que palavras podem descrever. Nós nos conhecemos de uma maneira que ninguém mais pode e estou muito orgulhosa de quem nos tornamos.

Jennifer Ayers, obrigada por ser nossa segunda mãe e por nos amar e proteger. Nunca se culpe por nada disso”.

Para ler mais sobre a S1 de Canada’s Drag Race clique aqui.

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