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Who’s That Queen? Farida Kant

“É a 1° vez que interajo e me apresento a um público não italiano, estou realmente muito animada”, conta Farida Kant, de Drag Race Italia, nesta entrevista exclusiva para a Who’s That Queen?

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🕓 11 min de leitura

Neste artigo você encontra:

Introdução: a categoria é… Farida
Tudo começa com drag
Vida de Regina
Se você quer mais Farida
Sai a rainha e entra o…
Bailarino
De frente com Riccardo
Drag Race Italia temporada 1/24 curiosidades
Conclusão: o diabo e todo mundo veste Farida
Entrevista

Introdução: a categoria é… Farida

Se você não sabe absolutamente nada sobre Farida Kant, aproveite agora mesmo para pegar papel e caneta ou, vá lá, o seu bloco de notas do celular para anotar a 1° dica.

O nome é o mesmo de sua professora de dança, Farida, e o sobrenome foi emprestado de Eva Kant, a estrela italiana das histórias em quadrinhos, oriunda da série Diabolik.

Afamada na Itália, ela é tida como uma musa fashion, muito semelhante ao que acontece com a estrela da edição de hoje da Who’s That Queen?

Rainha que aprecia provocar o público para ganhar reações incomuns, Farida vai muito além dos títulos de costureira, dançarina e figurinista. A drag que é hoje remonta diretamente ao que ela já foi um dia, veja só.

Tudo começa com drag

No ano de 2005, ainda aos 18 anos de idade, em Salento, Farida viu pela 1° vez o que ela se tornaria no futuro: uma drag queen.

Ao assisti-la em cena, notou que seus desejos poderiam virar realidade, como o de ser uma mulher que, no palco, protagoniza e dá ao público o que ele precisa.

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Vida de Regina

Pensando assim, em 2012, na boate Muccassassina, Farida Kant oficialmente nasceu como uma das bailarinas da casa que é um point famoso na noite LGBTQIAP+ romana. E o mesmo ano ainda reservava surpresas.

Mais tarde, Farida abocanhou o posto de Miss Drag Queen Lazio, o que serviu como seu trampolim para o Miss Drag Queen Italia, no qual alcançou a 3° posição.

Em 2013 Farida trabalhou no Gay Village. Em seguida, 2014 representa o começo do seu trabalho que dura até o presente momento na Me Gusta, em Bolonha, na Itália.

Se você quer mais Farida

Inspirada pelas cantoras Lady Gaga, Patty Pravo, a Diana Ross do Studio54, o cabaré de Liza Minnelli e Madonna, ela também tem interesse pelo estilo das décadas de 70 e 80.

Sobre Liza: a canção New York, New York é daquelas que Farida destaca com gosto para dublar, a ocasião perfeita para mostrar o que a destaca como drag. E fora do campo musical?

Hoje Farida tenta tirar inspiração de grandes mulheres ao redor do mundo, o que não muda o fato de que, na Itália, ela é sinônimo de alta costura.

Mas não se deixe enganar pela suposta luxuosidade: tudo fora conseguido com muito empenho, esforço e horas de ensaio, claro!

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Participante da Aterballetto, companhia de dança italiana renomada, Farida teve que radicar-se em Bolonha para frequentar o local, cuja sede é em Régio da Emília, Emília-Romanha.

O curioso é que foi justamente o fato de ser dançarina, interessada em moda e ter trabalhado no teatro que levou Farida ao caminho que ela trilha atualmente.

Quando deu por si, ela estava costurando roupas e estilizando perucas. Acontece, Dragliciosa.

No entanto, mesmo com o incentivo da dança, alguns traços da realidade não mudaram, afinal, na Itália, a profissão de drag queen continua sendo resumida, no geral, a homens gays cisgênero que desejam virar mulheres.

O conceito errôneo reflete nos trabalhos e cachês, porque os contratantes alimentam a ideia ultrapassada descrita acima, porém, sabemos que RuPaul, por meio de RuPaul’s Drag Race, ajudou e ajuda para que isso não aconteça. Para ela, Farida diria o seguinte: “Obrigada, senhor pioneiro“.

Do programa de Mama Ru ela se identifica com Manila Luzon, Gigi Goode e Aquaria, todavia, o que podemos aprender com o criador por trás da criatura?

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Sai a rainha e entra o…

Riccardo Occhilupo nasceu em 1° de novembro de 1987 em Acquarica del Capo, na comuna italiana da região da Puglia. Aos 34 anos de idade, ele vive em Roma. Mas, antes da maturidade, a biografia pessoal, Dragliciosa!

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Caçula de 3 filhos, ele é irmão de Alessandra e Carmen. Desde criança Riccardo foi amado e apoiado pela família, sendo assim, não é de se estranhar quando, aos 3 anos de idade, ele se apaixonou pela dança.

Aos 9, com medo de ser flagrado, fazia shows clandestinos imitando seus artistas prediletos. No espelho do guarda-roupa apresentações mil aconteceram, mesmo com perucas improvisadas e a saia preta de babados da irmã como figurino provisório.

Bailarino

No universo dos passos coreografados e horas de ensaio ele já coleciona um belo currículo:

  • Estudos de dança desde 2001, como os feitos com a M° Lia Preite, professora sênior da Sociedade Russa de
  • Balé de Edimburgo.
  • Escola Danza & Ricerca de Acquaruca del Capo (LE).
  • Cursos de dança moderna com técnica de jazz e dança afro-contemporânea.
  • Bolsa para o CAP da Greek Theatre Dance Company em fevereiro de 2006.
  • Prêmio Talento Futuro no Concurso Nacional de Dança de Salão de Salerno (março de 2006).
  • Bolsa na Escola de Ballet da Toscana iniciada em setembro de 2006.
  • Entrada, em 2007, na Compagnia Giovanile Junior Balletto di Toscana.
  • Escola de Amici di Maria De Filippi em 2010, uma experiência que rendeu uma participação pequena no reality show homônimo. Na comissão a coreógrafa Alessandra Celentano, guarde esse nome.

De frente com Riccardo

Mais de atitude do que de palavras como você pôde ver, Riccardo saiu de casa aos 18 anos para viver sua vida e verdade, uma decisão que requer coragem e algo mais.

Depois de anos sem falar com os pais sobre sua profissão, ele abriu o jogo para sua mãe, que ansiava participar de tudo que diz respeito ao universo do filho.

Ele 1° se assumiu gay e depois a educou, pouco a pouco, sobre o que são, de fato, drag queens. Para isso Riccardo começou apresentando fotos de outras rainhas e depois as dele. Montado, lógico!

E se por um lado as coisas eram mais fáceis com a mãe, já com o pai… Falar com ele foi difícil, visto que reagiu mal. Antigamente vinha dele a imposição para que experimentasse quantos esportes fossem possíveis. O objetivo era distanciá-lo da dança.

De natureza humilde, a família de Riccardo obviamente tinha um pensamento retrógrado, que desenhava, para o futuro do filho, uma vida linear como arquiteto ou agrimensor.

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Infelizmente, os planos não previram o preconceito e homofobia, presentes desde a infância. Mas ele sobreviveu ao bullying e, hoje, desfruta de uma bela relação com o pai.

Naturalmente, não só a mãe o apoiava como suas irmãs também. Elas representam uma torcida valiosa na lida diária com a precariedade que ronda o trabalho das drag queens, as baixas remunerações e um certo spin-off italiano que se aproximava.

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Drag Race Italia temporada 1/24 curiosidades

1°) No Meet The Queens, um leve gosto do jeito Farida Kant de ser: “Eu tenho um monte de fraquezas. Uma delas é a ironia: eu a deixei na rua”.
2°) “Em nome do pai, do filho, Farida Kant. Se eu não puder inspirar o amor, eu vou causar terror”. E assim ela foi a 2° Rugirl a entrar no reality show.
3°) 2°/3 lugar na edição inaugural de Drag Race Italia
4°) Farida venceu 2 desafios principais, nos episódios 1 e 5: Ciao Italia e Long Live the Drag Bride.
5°) Para entrar na competição, ela usou um look inspirado em ninguém menos do que Frankenstein. Cabelo, maquiagem e vestido assinados pela mesma.
6°) De cara, Farida mostrou na passarela uma roupa em cores doces, como o rosa, exibindo a figura extravagante do Arlequim, alguém que viaja com a fantasia e imaginação. Italian Style para servir República italiana eleganza em seu debute na runway!
7°) No Instagram, um depoimento sobre a 1° roupa de passarela: “Decidi que este desafio se inspiraria no meu passado como dançarina, pelo teatro que sempre fez parte de mim. Com essa passarela eu queria falar com essa parte despreocupada de mim que muitas vezes eu costumo esconder, mas que a partir de hoje eu espero que todos saibam”.
8°) Logo na segunda semana, Divas, Farida conseguiu casar a passarela, Grandi Dive, com um look tributo à Lady Gaga na era Chromatica e um safe que garantiu sua permanência na competição.
9°) No episódio 3, Night of a Thousand Raffaella Carràs, como fora dito por Enorma Jean, Farida fraturou um osso da perna durante o Rusical em homenagem à artista. Na hora de modelar um tributo à Raffaella ela apresentou o ‘vestido mais ambicioso e tecnicamente complexo que já fez‘, para o qual contou com a ajuda de Pierlorenzo Bassetti e Marco Gambedotti.
10°) Nas redes, um comentário sobre esse dia: “Cresci ouvindo suas músicas, vendo você na TV e em revistas. Seus modos e sorrisos gentis eram comparáveis aos de minha mãe, tranquilizadores e envolventes. Você me deu sua determinação e amor pelo espetáculo. Neste desfile eu não quis prestar homenagem a você. Eu queria ser você. Eu era você. Sua Farida”.
11°) E complementa: “Foi precisamente esse amor que me levou a revisitar o vestido azul desenhado por Gabriele Mayer em 1985, exacerbando-o nos níveis mais altos, como exacerbada é a arte drag”.
12°) Na 4° semana, Snatch Game & Fab 80’s, ela personificou Alessandra Celentano, sua conhecida de anos atrás. A performance safe rendeu um tuíte de Farida: “Professora, me perdoe“. A resposta: “Fabulosa! Eu te perdoo“. Na runway a categoria exigia os anos 80, para a qual foi utilizada uma roupa que acena para David Bowie, figuras de luta livre, a série animada Jem e as Hologramas, ombreiras e a mesa de tartaruga onde sua irmã Alessandra estudava.
13°) Presente no penúltimo episódio, o 5°, o makeover surge em Long Live the Drag Bride. Nele Farida monta em drag Juri Mecarone, seu namorado, com o objetivo de que ele vire sua melhor mulher enquanto ela transforma-se numa noiva. Na passarela, Viva la Sposa!, o look servido referencia o Drácula, de Bram Stoker.
14°) A aventura acaba no episódio 6, Grande Finale, quando a rainha perdeu o lip sync pela coroa de Non sono una signora, de Loredana Bertè.
15°) Antes, Farida escreveu versos, gravou e performou sua parte no feat com RuPaul em A Little Bit of Love: “So’ bella e so’ figa, so’ snella e esaltata. In viso una stronza e sorriso da fata. Ti guardo dall’alto, tu sei una perdente. Io son la regina, tienilo a mente. Aliena o vampira, sirena o arlecchina. Di gusto ne ho, con te non ci sto. Tu vivi il sogno, ma io gli do vita. Fammi un’applauso e sono Farida!”
16°) Para o último look, ela usou algo que, como manda a ocasião, deve ser especial: “Eu tiro a armadura de um cavaleiro do Olimpo. Envolto em fenícios afiados de ouro da vitória“, diz no Twitter.
17°) Apesar de nunca ter vencido um mini desafio, Farida também nunca ficou no bottom.
18°) Alegria e medo foram os sentimentos que ela sentiu ao saber que aconteceria Drag Race Italia, onde conseguiu resgatar sua arte e ajudar a explicar para os italianos o que é uma drag queen.
19°) Ao entrar na competição, Farida tinha certo receio da concorrência de Enorma Jean no setor artístico, Elecktra Bionic pela beleza correspondente a duas pessoas e Luquisha Lubamba por, segundo a mesma declarou à imprensa, ser linguaruda. Claro que ela tinha que brigar com ela mesma também, não esqueçamos.
20°) No Twitter, um comentário espirituoso sobre a já citada Luquisha: “Descobrir que as piadas da Luquisha Lubamba não são engraçadas é um pouco como descobrir que Papai Noel não existe“.
21°) Na mesma rede social Farida revelou algo interessante sobre um dos jurados do programa: “Conversar com Tommaso Zorzi depois da corrida me permitiu interagir cara a cara com uma pessoa que, apesar de estar do outro lado do júri, sempre tive a impressão de que ele me entendia”.
22°) Em suma, Farida sempre será a 1° participante de Drag Race Italia a vencer não apenas o desafio de estreia, mas também dois deles durante a temporada.
23°) Por fim, após o término da edição 1, Farida conseguiu ver sua meticulosidade e um tom cruel na frente das câmeras como foi dito em entrevistas suas. Ver-se, na tela da televisão, lhe forçou a uma autoanálise na qual notou quais aspectos precisa melhorar interiormente para, afinal, ser uma pessoa melhor.
24°) Ah, Farida também aprendeu, por outro lado, que não deve se levar tão a sério.

Conclusão: o diabo e todo mundo veste Farida

Farida já perguntou nas redes sociais se RuPaul a conhece. Eu rebato com outro questionamento. Aonde você quer chegar? Porque se for no coração de suas irmãs americanas, espanholas, holandesas e do público, esse caminho ela já conhece.

Mais a fundo, somente Deus e Chiara Francini podem julgar Farida, você sabe disso. Sendo assim, entre ser a luz que ilumina e a que obscurece, ela opta sempre pela 1° opção.

Ainda mais vivendo na Itália, um país onde, inoportunamente, a intolerância grita, o que faz com que sua versão de Drag Race seja mais importante ainda para levar não somente entretenimento, mas informação. E com moda, porque sabemos que o diabo veste Farida Kant, correto?

Que o diga suas filhas drag, Albah Bernaux, Darla Girandola e Kelly Rocha. Com elas Farida ensina e aprende. Aliás, Dragliciosa, você quer compreender melhor ainda essa artista?

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Confira logo abaixo a nossa entrevista exclusiva!

>  Entrevista: Joe Black fala sobre Drag Race UK S2
>  Who's That Queen? Envy Peru

Olá, olá, olá, Farida Kant. Boa noite! Como você está hoje?
Olá! Estou indo muito bem, apenas um pouco cansada e me recuperando de uma lesão no set, mas eu estou aguentando! E quanto a você?

Estou ótimo, melhor agora. É a primeira vez que o Brasil investe em você?
É a primeira vez que interajo e me apresento a um público não italiano, então estou realmente muito animada!

Drag Race Italia é a oitava franquia internacional de RuPaul’s Drag Race. Qual é o diferencial dessa franquia em relação as outras versões?
O que separa o Drag Race Italia das outras da franquia é que Farida Kant está nela, é claro, haha! Com toda a seriedade eu acho que assistir a versão dos EUA, bem como os outros de todo o mundo, me ensinou que o drag italiano, em geral, realmente tem um sabor diferente e único, desde os looks até os lip syncs você pode efetivamente ver a cultura italiana sendo muito presente e importante.

Se você pudesse formar um grupo pop de garotas com mais três drag queens, quem você escolheria e por qual razão?
Para o grupo feminino eu escolheria minhas irmãs Drag Race Le Riche, Luquisha[Lubamba] e Elecktra[Bionic]. Somos todas muito diferentes, mas definitivamente nos completamos e nos unimos muito durante nosso tempo na competição.

Qual será o nome do primeiro single?
Nosso primeiro single se chamaria “Nun facit’ strunzate” que é a frase que Priscilla usa no show para basicamente dizer “Don’t Fuck It Up!”

Você cresceu em Lecce e atualmente vive em Roma. Quais foram as principais influências desses lugares na sua drag?
Além de Salento e Roma, também vivi em Florença e Bolonha. Tive a sorte de respirar a arte que vive nessas cidades que estão entre as mais bonitas da Itália. Suas ruas cheias de história permitiram que minha drag e eu evoluíssem constantemente e me inspirasse, focasse em ser detalhista em vez de me contentar com algo básico e isso me dá força e mentalidade para sempre criar algo invencível e único.

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É possível descrever a sensação de vencer o primeiro desafio da primeira temporada de Drag Race Italia?
Conheço meus pontos fortes, assim como conheço meus limites. No primeiro desafio maxi eu sabia que estava em casa com a tarefa em mãos, como projetar e criar roupas é uma paixão que venho cultivando há anos. Fiquei satisfeita com o que aconteceu comigo, mas fiquei ainda mais feliz em ver minhas irmãs se esforçando tanto para criar algo com suas próprias mãos, apesar de poucas delas serem capazes de costurar. Então essa vitória realmente me pareceu pertencer tanto quanto pertencia a todos os artistas drag na Itália que agita e luta e cria suas próprias coisas do zero.

Como e quando você entrou na academia de dança Aterballetto?
Quando eu tinha 6 anos, me lembro de sempre ver minha irmã ir ao treino de dança e me sentir atraída pelo amor e devoção que ela estava colocando nessa disciplina. Minha melhor lembrança é vê-la se preparando para seus shows. O chignon [penteado] super apertado, a maquiagem, os trajes. Eu me apaixonei por isso. Tornou-se minha única grande e verdadeira paixão e estudei incrivelmente duro para alcançar os resultados que eu tinha estabelecido para mim mesma. Primeiro entrei para o Balletto di Roma e depois o Aterballetto. Sempre peguei o que queria, mas nunca foi fácil, sempre foi preciso muito trabalho para alcançar meus objetivos.

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Você chegou no programa com nove anos de experiência como rainha. O que é mais difícil? Fazer uma carreira antes de participar da maior competição de drag do mundo ou enfrentar os desafios de Drag Race Italia?
Se eu fui capaz de abordar os desafios do Drag Race é apenas por causa de todos esses anos trabalhando duro para me construir, meu caráter drag e minhas habilidades para que eu pudesse sustentar uma carreira como artista drag.

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