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Ongina se manifesta sobre Grindr compartilhar sorologia HIV de seus usuários com terceiros

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A denúncia foi originalmente feita pela ONG norueguesa SINTEF e publicada pelo site Axios. A informação sobre HIV era enviada pelo Grindr junto com dados de GPS, telefone e e-mail do usuário, para duas companhias contratadas para monitorar como o programa é usado e desenvolver formas de aprimorá-lo.

O SINTEF explicou que, desta forma, seria possível identificar os usuários. “O status de HIV estava ligado a todo resto, esse é o principal problema”, disse a organização ao site BuzzFeed.

O Grindr confirmou que, de fato, compartilhava estes dados com as empresas Apptimize e Localytics e, em um comunicado enviado à BBC Brasil, defendeu que essa é uma prática comum na indústria de aplicativos para lançar novas funcionalidades e resolver problemas.

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“Qualquer informação que fornecemos a nossos parceiros de software, inclusive o status de HIV, é criptografada, e em nenhum momento compartilhamos dados sensíveis como o status de HIV com anunciantes”, disse a empresa.

Antoine Pultier, cientista da SINTEF que detectou o envio desses dados, explicou à BBC Brasil que conseguiu “quebrar a criptografia” usada para garantir a segurança das informações. “Criamos dois usuários falsos e, com a ajuda de um computador, um programa e dois celulares, interceptamos a transmissão das informações.”

O Grindr não esclareceu se dados de usuários brasileiros também eram compartilhados com terceiros. Diante da polêmica, a empresa anunciou ter parado de enviar essas informações para outras empresas.

“Esse é mais um incidente de uma série que faz aumentar ainda mais a preocupação com a forma como dados pessoais são coletados, armazenados e usados por várias plataformas”, diz Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio).

>  S11 | Prévia do 3º episódio

“Neste caso, a diferença é que ser portador do vírus HIV é uma das informações mais sensíveis que se pode ter, e isso requer um tratamento especial.”

Informações da BBC Brasil.

Declaração de Ongina

Ongina, drag queen que declarou na primeira temporada de RuPaul’s Drag Race ser HIV+ e hoje é uma ativista em prol de pessoas soropositivas, usou seu twitter para se manifestar contra tal prática do Grindr.

“Discutimos isso em nosso podcast, hoje, e é muito preocupante que o Grindr faça isso. Eu sei que é um site público e os usuários têm a opção de compartilhar ou não seus status, mas duvido que eles soubessem que seriam compartilhados fora do aplicativo Grindr. Isso coloca as pessoas em risco… (pt1)

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(Pt2) Para alguns que divulgam seu status soropositivo em aplicativos de namoro como Grindr é um grande passo. Especialmente com o estigma, mas acho ótimo ser franco e honesto, para que ambas as partes possam ter um bom e saudável sexo (ou relacionamento). Mas compartilhar essa informação com terceiros não é legal.

Por fim, trabalhei para essa empresa no passado e tive a melhor interação com sua equipe. Mas infelizmente não concordo com essa prática”.

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Saullete é preto, gay e comunicólogo que criou a Draglicious com o intuito de compartilhar com outros fãs seu amor pela arte drag e por Drag Race. Além de informar e entreter seu público, Saullete levanta discussões relevantes para amantes da arte drag e para a comunidade LGBT.

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Tyra Sanchez revela porque seu filho não tem redes sociais

Tyra Sanchez não deixa o filho adolescente usar redes sociais e o fandom de Drag Race tem responsabilidade nisso.

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Desde que venceu a segunda temporada de RuPaul’s Drag Race, Tyra Sanchez e seu filho sofrem constantes ataques nas redes sociais, desde racismo a ameaças de morte. Recentemente a queen voltou a ser ativa em suas redes sociais e explicou no twitter porque não permite que seu filho tenha conta em mídias sociais, confira:

Pissy: Qual é a @ do filho da Tyra Sanchez, quero fazer bullying com ele.
Tyra: Essa é a razão exata pela qual meu filho adolescente não pode ter contas nas redes sociais, porque o criamos com autoconfiança e porque diariamente reforçamos que ele é o maior dos maiores. Alguns de vocês pais deviam tomar nota.
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Infelizmente, no fandom de Drag Race há muitos fãs racistas e problemáticos que em vez de celebrarem suas rainhas favoritas preferem perseguir outras drags, principalmente as negras, e seus familiares. Eles escondem-se atrás de perfis falsos e por isso se sentem invencíveis. Torço para que Tyra e o filho, Jerome, consigam viver tranquilos, longe de tanta negatividade e ódio.

Para ler sobre outros casos de racismo em Drag Race clique aqui.

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The Vivienne não aceita se apresentar no The X Factor por falta de pagamento, mas Baga Chips aceitou

The Vivienne recusou convite para aparecer na final do The X Factor Celebrity, pois a produção decidiu não pagá-la pelo trabalho. Mas Baga topou a empreitada. Confira a seguir.

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Divina de Campo, The Vivienne e Baga Chipz.

Depois de Miss Fame recusar trabalhar com Justin Bieber devido ao baixo cachê que iriam lhe pagar, agora foi a vez de The Vivienne se recusar a se apresentar na final do reality reality britânico, The X Factor Celebrity, que vai ao ar hoje por motivo similar. A rainha foi convidada, mas sem pagamento pulou fora. Confira:

“Fiquei tão honrada por ter sido convidada a me apresentar no The X Factor esta noite. No entanto, eu decidi não ir. Até que eles percebam que as drag queens são artistas que também precisam ser pagas, eu recusarei educadamente. Todo mundo vai ser pago a não ser as drag queens? Não é aceitável!”
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A queen continuou, Cheryl e Baga entraram na conversa.

Vivienne: Eu espero que a Baga se divirta! Você vai arrasar! E que Jenny VENÇA!! A Baga teve a gentileza de me convidar para performar com ela. Mas acredito que os artistas devem ser pagos. Especialmente por empresas ENORMES.
Cheryl: Diga mais alto para as pessoas lá no fundão que ainda não estão te ouvindo!!
Baga: Estou fazendo isso para apoiar minha amiga Jenny. 💖💖💖
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Katya fala sobre season 7 de Drag Race e relação com RuPaul

Katya fala o porquê a sétima temporada de Drag Race não foi tão boa, o que ela sentiu ao passar pelo show e sua sua relação com RuPaul.

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Em bate-papo com para o canal do YouTuber Joseph Shepherd, Katya, a lendária drag que apareceu na sétima temporada e no All Stars 2 de Drag Race, foi questionada sobre sua passagem no show. Sobre sua passagem na S7, ela descreveu que entrar na sala de trabalhos pela primeira vez foi tipo:

“O pior momento da minha vida. Eu cometi um erro.
Elas pareciam podres, as meninas, pareciam podres … e algumas delas eram! Eu não estava preparada para aquela maldade, bem não era maldade mesmo, mas eu não estava preparada para ser julgada naquele nível.
Eu me dou bem com todo mundo onde moro, até os trolls, as prostitutas, os vadios podres que não tinham nada a oferecer. Mas eu não pude lidar com isso. Juro por Deus que ouvi Violet dizer: ‘Parece que precisávamos de uma rainha descartável’ ou algo assim. Eu acho que ela comentou. Foi terrível”.
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CRÍTICAS A S7

Comentando a recepção negativa da sétima temporada, Katya opinou:

“Eu acho que o consenso geral agora entre os super-fãs do programa é que foi uma temporada de grande potencial, sem bons desafios. Foi uma temporada de talento desperdiçado”.

Até então, a sétima temporada foi a que havia reunido o maior número de rainhas da moda, mas, de acordo com Katya, suas habilidades foram desperdiçadas em:

“Desafios de atuação em que você realmente não traz muito de si, especialmente sua criatividade original. Muito disso não combinou de forma alguma. Apenas fez a temporada não ser tão boa”.
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RELAÇÃO COM RUPAUL

Katya relembrou o confronto de Pearl com RuPaul e respondeu o seguinte quando questionada sobre sua relação com o apresentador de Drag Race:

“A minha [experiência] foi pior, mas eu tenho bons modos suficiente para não trazer Ru para isso. Eu estava lá naquele dia e lembro-me muito vividamente, da sensação disso.
Ela e Max estavam sentados no sofá e eu estava na mesa da sala de trabalhos, mais próxima deles. Minha percepção de Ru é … assisti sua entrevista com Pearl e ela disse bem: não conheça seus heróis.
Uma coisa que vem à mente imediatamente é sobre expectativas e há um ótimo ditado: ‘expectativas são ressentimentos premeditados’. Eu posso imaginar Ru dizendo o que ela disse a Pearl de várias maneiras diferentes, e não estou dizendo que ela inventou aquilo”.

No entanto, Katya disse que “Ru é incrível” e relembrou uma experiência hilária que eles tiveram quando ela passou por mama num restaurante. Katya olhou para ela e ofegou, para o qual Ru a encarou e levantou o dedo do meio.

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Na sétima temporada Katya ficou em quinto lugar, posteriormente ela retornou para o All Stars 2 e foi vice-campeã ao lado de Detox.

Assista à entrevista de Katya ao Exposed com Joseph Shepherd a seguir.

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The Vivienne critica drag queens que não se inscreveram em Drag Race UK pela falta de prêmios em dinheiro

“Nós ganhamos mais que uma medalha”, The Vivienne critica rainhas britânicas que se recusaram a se inscrever para a segunda temporada de Drag Race UK pela falta de “prêmios em dinheiro”.

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As rainhas vencedoras dos desafios semanais de Drag Race UK ganham medalhas RuPeter e a grande campeã da temporada uma websérie.

Drag Race UK tem sido um grande sucesso, com relatórios dizendo que em torno de 6,5 milhões de pessoas estão assistindo a série na BBC 3. O programa prosperou tanto em suas similaridades quanto nas diferenças com a versão americana.

Uma das principais diferenças está nos prêmios. Ao contrário da versão dos EUA, onde as rainhas ganham vale-compras, perucas ou até viagens, as rainhas vencedoras na versão do Reino Unido são recompensadas com uma medalha RuPeter.

Isso já foi explicado, Drag Race UK por ser produzido pela BBC Three é financiado com dinheiro público, logo eles não conseguiriam justificar o prêmio em dinheiro no valor de 100 mil libras para a grande campeã. Além disso, de acordo com a BBC, “nenhum programa em um serviço público da BBC pode ser patrocinado” (leia mais aqui).

Então, enquanto a versão dos EUA pode dar um suprimento sickening [doentio] de maquiagem Anastasia Beverly Hills, viagens de luxo cortesia da Al & Chuck Travel, ou as caríssimos jóias da Fierce Drag Jewels, a BBC não pode se juntar a um patrocinador para oferecer um orçamento igualmente de grande prêmios.

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E parece que a falta de prêmios impediu algumas rainhas de enviar sua inscrição para o show. No entanto, a rainha The Vivienne, que ganhou três medalhas RuPeter, deu uma bronca em quem não quis fazer o teste. A queen postou no twitter:

Vivienne: “Não estou me inscrevendo em Drag Race UK S2! Quero mais do que um distintivo. Nós ganhamos mais que uma medalha, MUITO mais que uma medalha. #CarreiraDosSonhos”.
Sum: FALA ALTO PARA AS CRIANÇAS NO FUNDO!!!
Blu: Pregação!!!!
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A queen ainda fez mais críticas para o sensacionalismo em torno do show:

“Estou farta de ‘páginas sinceras’ dizendo como Drag Race funciona. Como funciona a escalação de elenco, como funciona a produção. Essas páginas não sabem de nada, mas amam achar que sabem. Manas, se inscrevam para a season 2, o cast ainda não foi escolhido. Eu mesma não fui ‘convidada’ e eu era a embaixadora. SONHEM GRANDE”.

Em tempo, Várias rainhas que passaram pelo show revelaram nunca ter recebido os prêmios que ganharam nos desafios semanais. Então, tirando o prêmio de 100 mil da campeã da temporada, as rainhas do Reino Unido estão no mesmo barco.

Contudo, Drag Race já provou ser uma grande plataforma, sendo o pontapé inicial na carreira de sucesso de várias rainhas. Se importar apenas com prêmios em dinheiro é deixar passar a oportunidade de uma vida. Em tempo, as inscrições para a segunda temporada de Drag Race UK terminaram no dia 15 de novembro.


Para ler mais sobre DRUK clique aqui.

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DRUK | Baga Chipz e mãe respondem aos fãs após repercussão de episódio

Os fãs não curtiram a forma com que Baga Chips tratou sua mãe no último episódio de Drag Race UK. Então a queen usou suas redes para se defender e sua mãe se manifestou a seu favor. Veja a seguir!

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Baga Chipz pediu aos fãs que fossem “gentis” após suas reações ao sétimo episódio da primeira temporada de RuPaul’s Drag Race UK.

No episódio desta semana, as quatro rainhas finalistas – Baga Chipz, Cheryl Hole, Divina De Campo e The Vivienne – foram encarregadas de dar às mães e irmãs uma transformação incrível e desfilarem com toda opulência pela passarela.

The Vivienne e Divina foram elogiadas por suas transformações, enquanto Cheryl recebeu críticas mistas; A mãe de Baga recebeu uma recepção muito negativa, com Alan Carr dizendo que parecia que ela estava prestes a sair no Halloween para “fazer travessuras e gostosuras”.

No palco principal, Baga disse aos jurados – incluindo a atriz convidada especial Michaela Coel – que ela teve dificuldades com a transformação de sua mãe por ela ser uma “mulher de certa idade”, ter uma “barriga saliente” e também ser “cega como um morcego”.

Ao longo do episódio, a rainha revelou que o relacionamento deles não era tão íntimo quanto os outros pares na sala de trabalhos. No entanto, os espectadores de Drag Race – e suas colegas concorrentes – se sentiram incomodados com a forma que Baga falava com sua mãe.

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A princípio, a drag ignorou os comentários on-line, dizendo aos fãs que “ama” sua mãe e está “orgulhosa” do que realizou no programa. Mas após várias críticas negativas Baga postou um novo tweet:

“Ninguém conhece a história da minha vida. Eu não sou uma vítima, mas tem sido difícil. Seja gentil”.

Numa das interações que Baga teve com os fãs no twitter deu para entender um pouco da dinâmica da relação da drag com sua mãe que também se manifestou.

Baga: Eu amo muito minha mãe! Tão orgulhosas de você!!! 💖💖💖
Jonathan: Tenho o mesmo relacionamento com minha mãe, que é socialmente desajeitada e tímida, falo por ela em público e sei que isso parece ruim para os outros, mas ela me pede para fazê-lo… em casa, no sofá, quando somos só eu e ela… é uma história diferente.
Baga: O mesmo [aqui]. 💖
Kri: Lamento ver tantas pessoas dizerem que você é ruim com sua mãe quando elas não entendem a dinâmica de vocês… Fiquei emocionado ao ver vocês no palco, pois minha mãe é exatamente igual à sua e vi que você estava tentando ajudar ela se sentir confortável e o resto das pessoas na sala não entendeu 😕
Jo: Haters sempre vão odiar. Baga sabe que eu tenho muito orgulho dela e este é o jeito que somos uma com a outra. Team Baga, beijos”.
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Em outra tweet a mãe de Baga afirmou que não foi humilhada e que seu filho é a pessoa mais gentil que ela conhece.

Baga: Eu amo muito minha mãe! Tão orgulhosas de você!!! 💖💖💖
LJ: Senti tanta pena de sua mãe. Ela parecia humilhada. Se meus filhos me tratassem assim na frente das pessoas, eu ficaria de coração partido.
Jo: Não fui humilhada e meu filho é uma das pessoas mais gentis que conheço. Eu acho que ele estava arrasado porque sabia que estaria no bottom 2 e entrou em pânico. Por favor, não o julgue por conta de um episódio episódio. Eu o amo muito, abraços”.

Para ler mais sobre Drag Race UK clique aqui.

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Miss Fame expõe Justin Bieber por explorar artistas LGBTs

“Se você solicitar meus serviços, pague meu cachê. Eu tenho contas a pagar”, Miss Fame criticou a equipe de Justin Bieber e a indústria no geral por explorarem a mão de obra de artistas LGBTs, não os pagando de forma justa.

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Depois de receber uma oferta para aparecer em um novo videoclipe da equipe de Justin Bieber, Miss Fame que é famosa por suas habilidades maquiagem está se impondo e enviando uma mensagem para a indústria do entretenimento em geral: nos abordem de forma justa ou nem se deem ao trabalho.

Miss Fame, que passou pela S7 de RuPaul’s Drag Race, usou seus stories no Instagram (em 13 de novembro) para expor publicamente Justin Bieber e sua equipe por uma tentativa preguiçosa de conseguir “pinkmoney”, sem realmente investir em artistas LGBTQ+.

A rainha começou postando uma captura de tela de uma conversa entre o que parece ser a equipe de Bieber e a dela sobre as filmagens de um novo videoclipe para o cantor em Los Angeles.

O e-mail afirma que a equipe de Bieber estava disposta a pagar apenas 500 dólares – que a Miss Fame aponta não ser suficiente para cobrir o custo de seu voo – para que ela aparecesse no novo vídeo. Eles afirmam que ela seria a única drag queen a aparecer no vídeo imediatamente após uma declaração sobre ter uma rainha como segunda opção.

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Os dois stories de Miss Fame que se seguiram criticaram a indústria de maneira mais genérica por tokenizar pessoas queers e aproveitar a inclusão como uma estética e não como uma missão.

“Para a equipe do Justin Bieber: Se você quiser envolver o artista LGBTQIA + em um videoclipe do JB, sugiro uma compensação/cachê respeitável pelo nosso tempo e talento. 500 dólares não cobrem o vôo para LA e não se oferecer para pagar pelo cabelo e visual dá a entender que vocês esperam que tudo esteja incluído [nos 500 reais]. Nós merecemos construir nossas vidas através de nossa arte, assim co o Bieber acumulou uma fortuna de 265 milhões de dólares. É o mínimo que vocês deveriam fazer. Não posso pagar meu aluguel com a ‘honra’ ou ‘experiência’. Rejeito respeitosamente a oferta”.

A rainha rejeitou respeitosamente a oferta e ainda dedicou outro stories para direcionar sua mensagem a todas as marcas que tentam exatamente a mesma coisa:

“Você não tem permissão para tokenizar meu talento, minha homossexualidade não é tendência. Meu tempo é precioso assim como o de vocês. Respeite as pessoas e celebre o que elas contribuíram. Se você solicitar meus serviços, pague meu cachê. Eu tenho contas a pagar. Isto é direcionado a todas as marcas, grifes e industrias que estão tentando passar uma boa imagem para conseguir nosso pinkmoney, mas na verdade não investem em nós… para aqueles que aceitarem a “oportunidade” de trabalhar com o Justin Bieber, eu espero que eles façam valer a pena financeiramente sua participação. Lembrem-se eles está indo muito bem $$$, você merece o mesmo”.

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Miss Fame então compartilhou outro stories recomendando aos seus seguidores a comprarem sua linha de maquiagem, em que parte do valor das vendas é revertido para uma instituição de caridade LGBT.

Para apoiar a drag maquiadora diretamente, visite MissFameBeauty.com e compre sua linha completa de produtos de maquiagem.

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Drag queen chama atenção em audiência de impeachment de Trump

A drag queen Pissi Myles fez uma aparição inesperada e bem chamativa nas audiências de impeachment de Trump, roubando a atenção de quem passava.

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Avistada no meio dos ternos cinza e azul no primeiro dia da audiência de impeachment do presidente Donald Trump, havia uma enorme peruca loira – a de Pissi Myles, uma artista de Asbury Park, Nova Jersey. A rainha declarou à NBC News:

“É um dia louco em Washington! Hoje, estou desfilando minha peruca em torno de processos muito importantes. As tensões são altas, e o nível para quem é permitido entrar na corte é muito, muito baixo”.

Myles, de acordo com sua biografia, é uma artista drag premiada, produtora de comédia e vencedora de Philly Drag Wars e Miss Fish NYC, que se apresenta regularmente na região de Nova York. Myles também atua regularmente em Fire Island Pines, um destino de férias de verão para homens, em grande parte gay, e tem um podcast “My Gay Spooky Family”.

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A drag queen ficou no corredor do edifício Longworth enquanto as pessoas aguardavam a chegada das duas primeiras testemunhas para depor perante o Comitê de Inteligência da Casa para a primeira audiência pública de impeachment de Donald Trump em Capitol Hill em 13 de novembro de 2019.

David Ayllon, marido e parceiro de negócios da drag Pissi, disse à NBC News que Myles está cobrindo as audiências para um novo aplicativo chamado Happs:

“Eles a acompanharam em seu show Barracuda no domingo. Eu sei que eles estavam procurando por um comediante que pudesse dar uma melhorada na cobertura e divulgar as notícias de uma maneira divertida”.

A organização C-SPAN registrou Pissi passando pela segurança de Capitol Hill, onde um guarda passou um detector de metais ao redor de sua peruca.

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Myles fez cobertura ao vivo das audiências no dia 13 de novembro via Twitter.

Para aqueles que afirmam que arte drag e política não devem se misturar, isso apenas prova que drag é um ato político constante!

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Aja denuncia fandom racista de Drag Race

Aja usou seu twitter para criticar atitudes problemáticas de Trixie e Katya e denunciar como o fandom de Drag Race é racista.

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Entramos no mês da Consciência Negra Brasileira com Aja denunciando o comportamento racista do fandom de Drag Race. Há alguns dias a rainha, que participou da S9 e AS3 de RuPaul’s Drag Race, usou seu Twitter para criticar as drags brancas do show que tem passe livre para fazerem o que bem entendem, mesmo que seja problemático, e são abraçadas pelo fandom, enquanto rainhas negras sofrem todo tipo de ataques, ameaças e racismo.

A princípio a irmã drag de Aja, Kandy Muse, fez um tweet criticando uma performance de Trixie, Aja respondeu com uma performance de Katya também problemática, em que a rainha dubla a palavra “nigga”, expressão racista nos EUA.

“Deixa eu ver se entendi… vocês atacam Aja por dizer que não é mais drag, mas não disseram nada de Trixe performando na porra de uma cadeira de rodas. [legal]”.

Um fã de Mattel deu print na interação de Aja com sua irmã drag criticando a rainha da S9. Aja então retrucou com vários tweets expondo a hipocrisia do fandom de Drag Race que deixa queens brancas fazerem o que bem entendem, enquanto fazem da vida de drags negras um inferno.

Scary: ”Bem, sim, Katya não teve nada a ver com a situação e é uma das pessoas menos problemáticas e mais legais do ramo, mas você a expôs para causar drama. Ela não tem culpa de nada”.
Aja: “Então, deixa ver se eu entendi, há um vídeo dela [Katya] dublando a palavra N [nigga] e é… minha culpa. Ok, não houve nenhum drama. Cancele as rainhas pretas/de cor de todos os lados e defenda as brancas com todas as fibras, certo? O objetivo do post era [mostrar] a desigualdade racial. Estava no tema.
Rainhas pretas e de cor trabalham 10 vezes mais nessa merda para conseguir algo. Não estou dizendo para crucificá-la [a Katya], mas situe-se aqui e perceba que rainhas negras são exigidas que se desculpem e expliquem questões pequenas, mas quando uma pessoa branca faz algo, vocês estão abertos ao diálogo. Justo não?”
>  Courtney Act coloca um pouco de cor em 'The Bi Life'
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Mar: Eu concordo com a mensagem, mas há exemplos muito melhores, se formos considerar que nem parece que Katya está dublando.
Aja: Bem, para mim e muitas pessoas vemos isto de forma diferente. E nós temos todas as razões em ficar chateados ou sentir a necessidade de dizer algo, pois essa decisão não é algo que qualquer pessoa ou fã branco tenha o direito de decidir. Isso talvez deveria ter sido cortado da edição [final do lipsync].

O tweet a seguir foi outra interação de Aja com a @ que estava discutindo com ela, mas a mensagem não apareceu, pois a @ tornou sua conta privada antes das capturas serem feitas.

“Então… Rainhas negras são ridicularizadas por várias drags brancas e fãs em grandes plataformas o tempo inteiro pelas merdas que eles fazem. E eu deveria mandar uma mensagem de texto?… Foda-se para isso”.

A interação de Aja continuou com outra @:

Neve: Você postou este vídeo nem foi para expor a Katya, foi para dizer que drags brancas se livram de tudo… Claro que você obviamente curte a Katya, já que você estava zuando com ela numa transmissão ao vivo! As pessoas precisam parar já [risos].
Aja: As pessoas estão mais preocupadas em protegê-la [Katya] do que responsabilizá-la por algo que foi ofensivo, pela amor de Deus.
Neve: Eu amo a Katya e até eu posso dizer que foi errado ela apresentar aquela música. As pessoas precisam entender que criticar seus artistas favoritos por ações problemáticas, não quer dizer que deixou de gostar deles.
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Aja ainda compartilhou a seguinte mensagem encerrando o assunto

“Tipo, o ponto que Aja tentou trazer aqui foi que rainhas brancas conseguem se livrar de tudo neste fandom”.

Gosto assim, rainha que não tem medo de denunciar o racismo que é, infelizmente, uma característica forte do fandom de Drag Race.


Para ler mais notícias sobre racismo no fandom de RPDR clique aqui.

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Werq The World no Brasil é cancelada por “questão logística”

Saiba o motivo do cancelamento da Werq The World no Brasil e como solicitar reembolso dos ingressos comprados.

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Já é de conhecimento do fandom nacional que a turnê Werq The World não passará mais pelo Brasil. Mas segundo fontes confiáveis não só nosso país foi afetado, pois A Voss Events cancelou a passagem da turnê por toda América Latina, sendo assim nada de Chile e México recebendo o show das RuGirls, mesmo que ainda apareça tais datas no site oficial.

De acordo com email que tivemos acesso, o evento “foi cancelado por questões logística da produção”. Porém até o momento não houve nenhum pronunciamento oficial por parte da Voss Events sobre o cancelamento da turnê na América Latina.

A seguir a confirmação do cancelamento do show em Porto Alegre.

A seguir o email da empresa Uhuu sobre o cancelamento da Werq The World em São Paulo informando como obter o reembolso.

>  S10 | Billboard entrevista: The Vixen
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>  S11 | Prévia do 8º episódio

Quanto aos fãs brasileiros, para conseguirem reembolso dos ingressos comprados basta enviar email para falecom@uhuu.com e fazer a solicitação.

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Fantasia racista de KKK de drag queen brasileira gera revolta

Uma drag brasileira se fantasiou de KKK para uma festa e causou revolta com seu ato racista.

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Novembro é o mês da Consciência Negra no Brasil e como somos homenageados? Com drag queen fazendo performance racista!

No dia 26 de Outubro em Piracicaba (SP), durante a festa “A Paradinha – The Walking Drag” a Drag Verona, rainha brasileira, se fantasiou de KKK. Na performance ainda bebeu sangue de um boneco que representava um bebê negro. Quem foi ao evento fez registros da performance e expôs nas redes sociais o ato de racismo que pode ser conferido a seguir:

Denúncia de racismo pt1

Denúncia de racismo pt2

Denúncia de racismo pt3

Fotos da performance da Drag Verona.

A drag fantasiada de KKK.

A drag performando e bebendo sangue de um “bebê negro”.

>  S11 | Prévia do 8º episódio
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A drag até fez um pedido de desculpas para as pessoas “que se sentiram ofendidas”. Isso não é questão de se sentir ofendido, racismo é crime e merece punição.

A ONG Casvi responsável pela festa e pela Parada LGBT de Piracicaba emitiu um comunicado oficial sobre a performance da Drag Verona, “INFORMAMOS QUE A DRAG VERONA NÃO FAZ MAIS PARTE DO ELENCO DA PARADA DA DIVERSIDADE E ORGULHO LGBT DE PIRACICABA, POR NÃO TER AGIDO DE ACORDO COM OS VALORES DA INSTITUIÇÃO E DO EVENTO. Não compactuamos com qualquer prática discriminatória nem de conivência com as mesmas. Não compactuamos com qualquer prática discriminatória nem de conivência com as mesmas. Qualquer pessoa que conheça o trabalho que realizamos em prol das populações vulneráveis de Piracicaba conhece os valores que pautam nossa atuação. Reduzir 27 anos de história de luta social por um episódio que não estava sobre nosso controle não é a melhor forma de resolver o problema”. A nota d ONG foi postada aqui.

Mas nem todos aceitaram as desculpas da ONG.

Drag Verona se manifestou em seu facebook se desculpando: “EU NÃO SOU RACISTA E NÃO FIZ APOLOGIA AO RACISMO!!! Eu pensei numa performance satanista, onde eu traria o apocalipse, através de várias coisas; governos (Bolsonaro), igrejas (Universal e demais aproveitadoras da fé cega), rituais e etc, porém fugiu do controle ao colocar o KKK. ERREI??? SIMMMMM!!! e me arrependo amargamente a cada segundo.O bebê foi algo impensado, nada a ver com a ideia acima, porque foi a boneca mais barata que encontrei no centro pra poder usar na performance… EU PEÇO PERDÃO A TODOS QUE OFENDI E DECEPCIONEI!!!” (postado aqui)

>  S11 | Rumor | Spoilers do quarto episódio

A queen Samantha Banks se pronunciou contra esse ato racista no Facebook.

Já não basta a gente ter que lidar com drag fazendo blackface agora isso? Parece que não evoluímos NADA! Brasil e sua falsa democracia racial. Estou enojada e revoltada.

APOLOGIA AO RACISMO NÃO É ARTE, É CRIME.

Peço que não ataquem ou façam ameaças a Drag Verona. Ela errou e tomara que aprenda com isso. Mas é importante que a gente não normalize essas atitudes. Pois foi por normalizar o racismo, machismo, LGBTfobia e muitas outras atitudes problemáticas de Jair Bolsonaro, que hoje ele está eleito presidente do Brasil, dando voz a todas essas opressões que fazem vítimas diariamente.

Infelizmente o fandom de Drag Race tem um grande histórico de racismo, se você quiser ler mais notícias relacionadas ao tema clique aqui.

O QUE É A KKK?

A Ku Klux Klan (KKK) foi uma organização racista secreta que nasceu no final do século 19 nos Estados Unidos. Ela foi fundada em 1866, no Tennessee, como um clube social que reunia veteranos confederados, ou seja, soldados que haviam lutado pelos estados do Sul, o lado derrotado, na Guerra Civil Americana (1861-1865). Na defesa da manutenção da supremacia branca no país, o grupo promovia atos de violência e intimidação contra os negros libertados.

Mais informações sobre a KKK podem ser lidas aqui e aqui.

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