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Dragula S3 | Comentários e looks da grande final

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Hello uglies! Nós voltamos com mais um comentários e looks de Dragula e hoje temos a tão esperada final do programa! Nosso top 3 é talentosíssimo, caso queira relembrar seus feitos e históricos dentro do programa não deixe de ler a retrospectiva de cada um: Dollya Black, Landon Cider e Priscilla Chambers.

Tivemos uma batalha complicada até essa final, o elenco era talentosíssimo e os desafios exigiam que todas as participantes saíssem um pouco de sua caixinha. Antes do episódio começar, tivemos a melhor cena de abertura da temporada, que contou com a participação de Biqtch Puddin e Vander Von Odd, as supermonsters ganhadoras das edições passadas, em uma referencia bizarra aos três reis magos, que aqui eram quatro bruxas que levavam suas oferendas, Drac a coroa, Biqtch a água suja que usou em sua performance filth, Vander o espelho que usou em sua performance Horror e Swanthula levava o cetro.

Nessa final, as Boulets relembraram alguns momentos do programa, como as mortes de algumas queens. Diferente das outras finais do programa, dessa vez os participantes puderam falar um pouco sobre seu look antes do floorshow, essa mudança, na minha opinião, tirou um pouco da surpresa de algumas apresentações, mas, por outro lado, nos deu um embasamento interessante para entender melhor o conceito de cada um.

>  The Boulet Brothers, Dragula: Revelam os segredos para ficarem juntos por tanto tempo
>  DRUK | S01E01 | Runway: Rainha Elizabeth II

 

GLAMOUR

Dollya Black

Começando com Dollya Black, nossa representante da Black Haus apostou em um vestido preto com aplicações de pedrinhas da 25 de março. Para a surpresa de todos a melhor parte de seu Glamour foi sua performance, onde sua personagem percebe que não possui a coroa e se mata. O vestido é bem simples, não possui contraste entre as aplicações e o tecido (coincidentemente o mesmo problema do Glamour de Victoria Elizabeth Black, sua mãe drag). O destaque estava por conta de sua pele albina e o tecido que imitava a pele, mas que na verdade só fez o look parecer barato. No geral, é um look, uma maquiagem bonita, mas esperávamos mais de alguém que pontuou muito no cartão de crédito para participar do programa. TOOT!

Esse look merece: 3.5 coroas!

Landon Cider

Nosso rei pegou a referencia musical, mas conseguiu deixar ainda mais glamourosa. É uma interpretação muito interessante, as aplicações no tecido combinando com os pontos de glitter na maquiagem formavam um dialogo interessante e a chuva de purpurina fechou muito bem essa narrativa. O ponto alto do visual é, sem duvidas, o corte diferente e sofisticado, mesmo não tendo me surpreendido muito é inegável que houve um pensamento estratégico e conceitual para que essa performance acontecesse. TOOT! 

Esse look merece: 3.5 coroas!

Priscilla Chambers

Esse é um exemplo claro do que esperamos do Glamour do programa, Priscilla sem duvidas teve a performance mais interessante da categoria, além de trazer uma silhueta volumosa e memorável, seu look contava uma história, fazendo referencia á sua luta contra as drogas, entre as pedrarias tinha algumas pilulas e o detalhe amarelo representava um vomito, tudo bem pensado e bem construído. Minha única ressalva foram as ombreiras que ficaram um pouco contrastantes em relação a qualidade do tecido e sua estruturação, mas isso não deixa o look nem um pouco menos do que incrível! SHOOT!

Esse look merece: 4 coroas!

 

FILTH

Dollya Black

Aqui não julgaremos os looks, comentaremos alguns pontos das performance, começando com Dollya, que representou uma bruxa em um ritual macabro onde matava um bebê e bebia seu sangue. Bem, isso abre uma discussão interessante sobre o Filth, minha categoria preferida da competição. Seria necessário fazer algo realmente repulsivo, pra valer? Como a Biqtch bebendo água do balde em que acabara de limpar o chão do palco, etc. Pois as performances envolvendo próteses e bonecos sempre me passam uma impressão mais leve do que eu realmente gostaria de sentir. Enfim, a queen me surpreendeu bastante pois estava interpretando muito bem, com trejeitos bem construídos, sorrisos macabros, tudo o que faltava em alguns floorshows durante a competição Dollya nos entregou nessa final.

>  AS4 | Meet The Queens
>  S11E01 | Looks de Entrada

Landon Cider

Nesse momento tudo o que eu falei sobre filth de verdade caiu por terra. Landon provou que o repulsivo também pode ser construído com uma história bem contada. Como um incel depravado, que molesta sua boneca sexual, brinca com catarro e urina em um potinho, o king conseguiu criar o cenário perfeito para um desconforto abordando a masculinidade nojenta e pervertida. Essa foi uma das performances mais interessantes do show e sem duvidas a categoria onde eu mais tinha curiosidade para ver o rei.

Priscilla Chambers

Inspirada em sua mãe, Priscilla nos entregou uma dona de casa nada clássica. Sem se importar com os insetos em sua roupa, raspando a perna em uma bacia com restos de comida e no final a grance cena onde ela entorna tudo em sua cara. Nessa performance a queen nos entregou TUDO. Foi o clássico Filth de contorcer o estomago e segurar o vomito, o tipo de coisa que as Boulet procuram e o publico gosta de ver,

HORROR

Dollya Black

Horror e a categoria mais importante, pois encosta diretamente no tema principal do programa. Dollya conseguiu causar a surpresa logo em sua entrada, um vestido feito de peles costuradas e rostos. Bem, de certa forma conseguimos até enxergar algo fashion nessa modelagem e tudo mais, porém, apesar de ter gostado e acreditar que fique marcado para sempre na história do show, Dollya tinha uma missão nessa temporada, sair da sombra da Victoria e andar com suas próprias pernas, levar o rosto de sua mãe, fazendo uma referencia ao iconico look cenobite de Vic, é um exemplo claro de como não se afastar da imagem da sua família. Outro ponto que preciso levantar é a necessidade da roupa de baixo estar aparecendo, se fosse uma referencia a cueca roxa do episódio Hospital do Horror talvez fosse algo engraçado e irônico, o que não foi o caso. TOOT!

Esse look merece: 3.5 coroas!

Landon Cider

Landon seguiu sua linha criativa de contar uma história, repetindo a ferramente de usar uma história ja existente e mudar o seu final. Dessa vez como um homem de lata que desistiu de ir até Oz e decidiu pegar o coração ali mesmo com a pequena Doroty. A ideia é muito boa, algo que dificilmente alguém pensaria, porém, vamos ser sinceros, toda a expectativa de ficar assustado ou achar o visual/performance apavorante não foi superada. É um conceito muito interessante, muito bem construído e performado, não me deixou aterrorizado, mas sem duvidas ganha pontos pela criatividade. TOOT!

Esse look merece: 3.5 coroas!

Priscilla Chambers

Priscilla tentou, colocou tudo oq ue considerava assustador, a mascara macabra que revelava um rosto assustador, as asas, o salto que imitava pé de cabra, mas nada funcionava 100%. O look parecia inacabado, as asas não impactaram e o reveal só revelou uma maquiagem simples de mais para uma final. Era um momento importante de mais para ser tão pouco planejado, ou até mesmo tão simplesmente executado. BOOT!

Esse look merece: 3 coroas!

Nós finalmente temos um vencedor, o primeiro drag king entre as rainhas. Landon mereceu sem duvidas sua coroa e agora carrega a coroa e toda a responsabilidade de abrir portas para toda uma geração de Kings. Para mim, essa final foi bastante acirrada e por pouco Dollya não levou a coroa, porém Landon além de ir bem nas três categorias possuía um histórico consistente e cravejado de wins. VIDA LONGA AO REI!

Com isso temos mais uma temporada de Dragula e até o ano que vem morreremos de saudade de nossas monstras. Mas, um rumor começou a surgir nas redes sociais de Maxi Glamour, nada esta confirmado, mas segundo a queen, o All Monsters é real e está próximo. Quem você gostaria de ver retornando a vida e conquistado a coroa?

Esse episódio merece: 3.5 coroas!

Leia mais sobre a terceira temporada de Dragula aqui. Vejo vocês nos comentários dos looks do All Stars 5! Byeeeeeeeeeee…
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1 Comment

1 Comment

  1. Felipe

    31 de outubro de 2019 at 16:49

    Gente a Ref da cena de abertura é The Craft, inclusive uma das atrizes foi jurada da Season!

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Série de RuPaul na Netflix, AJ and The Queen, estréia em janeiro de 2020

O primeiro teaser da série de RuPaul para a Netflix já saiu e sua estréia será em 10 de janeiro de 2020.

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Em maio de 2018, foi anunciado que RuPaul estrelaria uma nova série original de comédia na Netflix, “AJ and The Queen”. Embora tenha se passado um longo tempo, parece que agora temos uma data de lançamento que seria em 10 de janeiro de 2020. O tweet, no entanto, foi excluído, mas trabalhamos com prints.

Embora agora não saibamos exatamente por que o tweet foi excluído, pode haver uma chance de que a data esteja errada. Então, lembre-se disso e não briguem conosco se uma nova data for anunciada. A série contará com 10 episódios de 60min cada e foi escrita por Michael Patrick King e RuPaul Charles.

>  DRUK | S01E01 | Looks de entrada
>  S10 | Prévia do sétimo episódio

AJ AND THE QUEEN

RuPaul é Ruby Red, uma incrível drag queen, mas sem sorte, que viaja pelos Estados Unidos de boate em boate em uma “turnê” da década de 90 com seu improvável companheiro AJ, um recém-órfão, durão e falante , clandestino de 11 anos de idade. Como esses dois desajustados, um alto e um pequeno, viajam de cidade em cidade, a mensagem de amor e aceitação de Ruby acaba tocando as pessoas e mudando suas vidas para melhor.

Ah, e RuPaul executa um número musical matador em todas as boates que passa. Confira o teaser legendado a seguir.

>  AS4 | Elenco oficial da temporada
>  Werq The World no Brasil é cancelada por “questão logística”

Atualização: A série vai estrear mesmo em 10 de janeiro de 2020. A confirmação veio da própria RuPaul que postou o teaser em sua conta oficial no Twitter.

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DRUK S1 | RuView do 7º episódio

Comentários e análise crítica do sétimo episódio da S1 de Drag Race UK.

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Foi ao ar o penúltimo episódio da primeira temporada de RuPaul’s Drag Race UK! A seguir posto meus comentários e análise do que rolou. Contém spoilers.

As rainhas voltam para a sala de trabalhos e lamentam a eliminação de Blu Hydrangea, a drag com carinha de anjo, mas com a língua mais venenosa da sala de trabalhos.

Para Cheryl Blu não deveria ter dublado e sim Baga Chipz… Bem, essa é a opinião de 99% dos espectadores de DRUK também. All T, All Shade!

MINI DESAFIO

O mini-desafio será um festival de insultos com a volta dos fantoches, YASSSSSS!  As rainhas pegam bonecos aleatórios que representam suas rivais, precisam transformá-los nas drags designadas e fazer um digno roast britânico.

The Vivienne e fantoche Divina

Divina e fantoche Cheryl

Cheryl e fantoche Baga

Baga e fantoche The Vivienne

Mama Ru então dá a vitória do mini-desafio para Divina é anuncia o desafio da semana: uma transformação Drag nas mulheres mais importantes da vida das rainhas, suas mães e irmãs. Como sempre o desafio de makeover é sobre semelhança familiar entre as drags e suas convidadas, além de uma performance no palco principal.

As duplas: Baga Chipz e sua mãe, Josie. Cheryl Hole e sua irmã, Gina. Divina de Campo e sua irmã, Carys. The Vivienne e sua mãe, Cassie.

>  Werq The World no Brasil é cancelada por “questão logística”
>  DragCon LA 2019: destaques do 3º dia

SALA DE TRABALHOS

Depois de mama Ru sair, as rainhas e suas familiares aproveitam para colocar o papo em dia. Contar sobre como estão indo na competição e matar a saudade.

Depois do abraço em Plastique Tiara na S11, agora mama Ru deu um caloroso aperto de mão na mãe de Baga. Qual o equivalente ao Emmy no Reino Unido mesmo? Ah sim, o BAFTA (SHADE).

Aparentemente, Cheryl tem vantagem no desafio, por ela e sua irmã serem as mais semelhantes… veremos! Foi bacana descobrir que foi a irmã de Hole que a ensinou a se maquiar. Família unida em Drag desde sempre!

Enquanto Divina é Cheryl conseguem fazer suas irmãs desfilarem muito bem em salto alto, investindo bastante na performance da dupla; Baga e Vivienne focam na semelhança familiar, pois sabem que suas mães não conseguiram se apresentar da mesma forma.

É um desafio bem emocional, pois as rainhas estão lidando com pessoas que amam, ou seja, todas querem dar o seu melhor para deixar sua dupla orgulhosa.

Por conta de um zíper arrebentado no look de sua irmã, Cheryl Hole acha que todo seu desafio está comprometido.

Então as rainhas se preparam para o desafio principal. Enquanto montam suas mães e irmãs, ela comentam o poder de se transformarem em drags, pois se sentem mais confiantes e verdadeiras heroínas.

>  The Boulet Brothers, Dragula: Revelam os segredos para ficarem juntos por tanto tempo
>  S10E06 | Runway | Hats Incredible

DESAFIO PRINCIPAL

Michaela Coel é tudo para mim, AMO! AMO! AMO!

Makeover é um dos desafios que mais amo e esse com certeza foi um dos melhores da história do programa. Muito difícil escolher quem deveria ser bottom2. Se não fosse o penúltimo episódio da temporada eu salvaria todas as Queens e faria mais um episódio para escolher o top3, porque foi uma tarefa difícil.

Contudo, a forma com que Baga falava da própria mãe, apontando inúmeros defeitos em seu corpo para justificar sua montação, me deu vontade de jogá-la sozinha no bottom2. Faltou um pouco de empatia e compaixão com a própria mãe que acabou se culpando no “Untucked” pelo fracasso de Baga no desafio. Fora isso foi lindo ver drags e suas familiares celebrando no “Untucked” o resultado final de suas transformações e demonstrando todo amor que sentem umas pelas outras.

Mas como não sou RuPaul e não decido os rumos do show, mama deu a vitória para Divina de Campo e jogou Baga e Cheryl no palco para dublar.

MELHOR LIPSYNC DA TEMPORADA SIM!

Baga recebeu shantay e Cheryl sashay away!

E aqui temos o top3 da S1 de DRUK: Baga Chipz, Divina de Campo e The Vivienne.

>  S11E01 | Looks de Entrada
>  AS4 | Elenco oficial da temporada

CONCLUSÃO

Sobre Baga neste episódio: pelo que entendi ela não culpou a própria mãe diretamente, mas por ver que tinha se dado mal no desafio, arrumou mil desculpas para se safar e jogou nas costas da mãe a responsabilidade que era apenas dela mesma, da Baga. Depois não quis assumir que desrespeitou a própria mãe no palco e continuou dando desculpas esfarrapadas. Não se desculpou sinceramente e ficou argumentando que as drags não sabem do relacionamento das duas, por isso não deveriam julgá-la. Ainda bem que The Vivienne e Divina foram sensatas e disseram a Josie que ela arrasou. No desafio, mesmo o filho fazendo parecer que ela foi a culpada por algo. Sei que é um programa de TV mega roteirizado e armado, mas me decepcionei bastante com essa postura de Baga com a própria mãe.

Saudades Alan Carr, achei que tinha sido expulso que nem a Willam na S4… E que bancada perfeita, foi pura diversão. É perceptível que RuPaul e Michelle Visage se divertiram muito gravando Drag Race no Reino Unido.

Depois de passar semanas parecendo uma versão genérica de Alyssa, finalmente vi a Cheryl por debaixo dessa personificação da Edwards. A Queen não estava a altura das demais na competição, sua eliminação foi justa. Cheryl amou estar ali, mesmo sem vencer. Diferentemente de drags em outras temporadas de RPDR que ficam chorando em todo canto por não vencer nada… Desejo que aqui fora seu sucesso seja grande.

Os terninhos de mama Ru foram um show a parte nesta temporada! Amei demais todos eles, mas o de hoje é o meu favorito disparado.

>  S11 | Billboard entrevista: Ariel Versace
>  Aquaria | Carta de amor para a comunidade LGBTQ

Foi um episódio muito fofo de assistir. Amei ver as rainhas interagindo com suas mães e irmãs, pois era perceptível o nível de intimidade e apoio que elas recebem de seus familiares. Um ambiente repleto de amor e respeito assim é tudo que nós LGBTs precisamos, mas que infelizmente para muitos ainda é um sonho.

Este top3 é de longe o mais forte da temporada, desde o início eu já imaginava que a formação seria esta com Baga, Divina é Vivienne entre as melhores.

Mesmo tendo sido protegida em diversas ocasiões, Baga mereceu seu lugar ao lado das demais com seu humor sem reservas; Vivienne com sua polidez invejável e Divina com toda sua teatralidade impecável. Um trio poderoso em que qualquer uma das três merece levar a coroa da primeira temporada de RuPaul’s Drag Race UK. E aí, para quem vai sua torcida?

O episódio foi bom, na medida certa, mesmo com o papelão da Baga Chipz, então ele merece 4,5 coroas.

Veja os looks individuais do desafio principal aqui:

>  DRUK | S01E07 | Runway: Makeover

Para ler mais sobre a S1 de Drag Race UK clique aqui.

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Babados

Miss Fame expõe Justin Bieber por explorar artistas LGBTs

“Se você solicitar meus serviços, pague meu cachê. Eu tenho contas a pagar”, Miss Fame criticou a equipe de Justin Bieber e a indústria no geral por explorarem a mão de obra de artistas LGBTs, não os pagando de forma justa.

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Depois de receber uma oferta para aparecer em um novo videoclipe da equipe de Justin Bieber, Miss Fame que é famosa por suas habilidades maquiagem está se impondo e enviando uma mensagem para a indústria do entretenimento em geral: nos abordem de forma justa ou nem se deem ao trabalho.

Miss Fame, que passou pela S7 de RuPaul’s Drag Race, usou seus stories no Instagram (em 13 de novembro) para expor publicamente Justin Bieber e sua equipe por uma tentativa preguiçosa de conseguir “pinkmoney”, sem realmente investir em artistas LGBTQ+.

A rainha começou postando uma captura de tela de uma conversa entre o que parece ser a equipe de Bieber e a dela sobre as filmagens de um novo videoclipe para o cantor em Los Angeles.

O e-mail afirma que a equipe de Bieber estava disposta a pagar apenas 500 dólares – que a Miss Fame aponta não ser suficiente para cobrir o custo de seu voo – para que ela aparecesse no novo vídeo. Eles afirmam que ela seria a única drag queen a aparecer no vídeo imediatamente após uma declaração sobre ter uma rainha como segunda opção.

>  DRUK | S01E01 | Looks de entrada
>  AS4 | Elenco oficial da temporada

Os dois stories de Miss Fame que se seguiram criticaram a indústria de maneira mais genérica por tokenizar pessoas queers e aproveitar a inclusão como uma estética e não como uma missão.

“Para a equipe do Justin Bieber: Se você quiser envolver o artista LGBTQIA + em um videoclipe do JB, sugiro uma compensação/cachê respeitável pelo nosso tempo e talento. 500 dólares não cobrem o vôo para LA e não se oferecer para pagar pelo cabelo e visual dá a entender que vocês esperam que tudo esteja incluído [nos 500 reais]. Nós merecemos construir nossas vidas através de nossa arte, assim co o Bieber acumulou uma fortuna de 265 milhões de dólares. É o mínimo que vocês deveriam fazer. Não posso pagar meu aluguel com a ‘honra’ ou ‘experiência’. Rejeito respeitosamente a oferta”.

A rainha rejeitou respeitosamente a oferta e ainda dedicou outro stories para direcionar sua mensagem a todas as marcas que tentam exatamente a mesma coisa:

“Você não tem permissão para tokenizar meu talento, minha homossexualidade não é tendência. Meu tempo é precioso assim como o de vocês. Respeite as pessoas e celebre o que elas contribuíram. Se você solicitar meus serviços, pague meu cachê. Eu tenho contas a pagar. Isto é direcionado a todas as marcas, grifes e industrias que estão tentando passar uma boa imagem para conseguir nosso pinkmoney, mas na verdade não investem em nós… para aqueles que aceitarem a “oportunidade” de trabalhar com o Justin Bieber, eu espero que eles façam valer a pena financeiramente sua participação. Lembrem-se eles está indo muito bem $$$, você merece o mesmo”.

>  Ranking | Das 13 temporadas de RuPaul’s Drag Race
>  The Boulet Brothers, Dragula: Revelam os segredos para ficarem juntos por tanto tempo

Miss Fame então compartilhou outro stories recomendando aos seus seguidores a comprarem sua linha de maquiagem, em que parte do valor das vendas é revertido para uma instituição de caridade LGBT.

Para apoiar a drag maquiadora diretamente, visite MissFameBeauty.com e compre sua linha completa de produtos de maquiagem.

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Babados

Drag queen chama atenção em audiência de impeachment de Trump

A drag queen Pissi Myles fez uma aparição inesperada e bem chamativa nas audiências de impeachment de Trump, roubando a atenção de quem passava.

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Avistada no meio dos ternos cinza e azul no primeiro dia da audiência de impeachment do presidente Donald Trump, havia uma enorme peruca loira – a de Pissi Myles, uma artista de Asbury Park, Nova Jersey. A rainha declarou à NBC News:

“É um dia louco em Washington! Hoje, estou desfilando minha peruca em torno de processos muito importantes. As tensões são altas, e o nível para quem é permitido entrar na corte é muito, muito baixo”.

Myles, de acordo com sua biografia, é uma artista drag premiada, produtora de comédia e vencedora de Philly Drag Wars e Miss Fish NYC, que se apresenta regularmente na região de Nova York. Myles também atua regularmente em Fire Island Pines, um destino de férias de verão para homens, em grande parte gay, e tem um podcast “My Gay Spooky Family”.

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>  S11 | Billboard entrevista: Ariel Versace

A drag queen ficou no corredor do edifício Longworth enquanto as pessoas aguardavam a chegada das duas primeiras testemunhas para depor perante o Comitê de Inteligência da Casa para a primeira audiência pública de impeachment de Donald Trump em Capitol Hill em 13 de novembro de 2019.

David Ayllon, marido e parceiro de negócios da drag Pissi, disse à NBC News que Myles está cobrindo as audiências para um novo aplicativo chamado Happs:

“Eles a acompanharam em seu show Barracuda no domingo. Eu sei que eles estavam procurando por um comediante que pudesse dar uma melhorada na cobertura e divulgar as notícias de uma maneira divertida”.

A organização C-SPAN registrou Pissi passando pela segurança de Capitol Hill, onde um guarda passou um detector de metais ao redor de sua peruca.

>  AS4 | Elenco oficial da temporada
>  DRUK | S01E01 | Looks de entrada

Myles fez cobertura ao vivo das audiências no dia 13 de novembro via Twitter.

Para aqueles que afirmam que arte drag e política não devem se misturar, isso apenas prova que drag é um ato político constante!

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Cultura

Pabllo Vittar será jurada na estréia de Queen Of Drags, Drag Race alemão

Pabllo Vittar faz participação especial no reality alemão Queen Of Drags, o Drag Race da Alemanha, que estréia esta semana. Laganja também aparece. Veja a seguir.

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Queen of Drags é o novo reality em que Heidi Klum, Bill Kaulitz e Conchita Wurst estão procurando a melhor drag queen. A emissora ProSieben anunciou que as filmagens foram em Los Angeles. Um total de dez drag queens da Alemanha, Áustria e Suíça competirão entre si no estilo de RuPaul’s Drag Race. Os participantes são acompanhados semanalmente por uma estrela convidada diferente.

“Adoro drags, estou entusiasmada com o show e estou feliz que a Alemanha finalmente veja nossas melhores e mais coloridas drags”, diz o cunhado de Klum, Bill Kaulitz, sobre o novo formato. Acima de tudo, Conchita Wurst quer mostrar que Drag “tem muito mais a oferecer do que roupas, perucas e maquiagem deslumbrantes”. Heidi Klum promete que o show mostrará as “facetas criativas do mundo das drag”. A emissora alemã comprou os direitos de Drag Race e adaptou o formato, assim como foi feito com The Switch, do Chile.

Bill Kaulitz, Heidi Klum e Conchita Wurst

>  S10E06 | Runway | Hats Incredible
>  AS4E07 | Runway | Plastique Fantastique
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PABLLO VITTAR

Esta semana começa Queen Of Drags e o episódio de estréia conta com nossa rainha brasileira Pabllo Vittar como jurada convidada. Laganja Estranja (S6) também aparece no vídeo, confira a seguir.

Queen of Drags estréia em 14 de novembro na Alemanha. Conheça o elenco da primeira temporada clicando aqui.

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Babados

Aja denuncia fandom racista de Drag Race

Aja usou seu twitter para criticar atitudes problemáticas de Trixie e Katya e denunciar como o fandom de Drag Race é racista.

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Entramos no mês da Consciência Negra Brasileira com Aja denunciando o comportamento racista do fandom de Drag Race. Há alguns dias a rainha, que participou da S9 e AS3 de RuPaul’s Drag Race, usou seu Twitter para criticar as drags brancas do show que tem passe livre para fazerem o que bem entendem, mesmo que seja problemático, e são abraçadas pelo fandom, enquanto rainhas negras sofrem todo tipo de ataques, ameaças e racismo.

A princípio a irmã drag de Aja, Kandy Muse, fez um tweet criticando uma performance de Trixie, Aja respondeu com uma performance de Katya também problemática, em que a rainha dubla a palavra “nigga”, expressão racista nos EUA.

“Deixa eu ver se entendi… vocês atacam Aja por dizer que não é mais drag, mas não disseram nada de Trixe performando na porra de uma cadeira de rodas. [legal]”.

Um fã de Mattel deu print na interação de Aja com sua irmã drag criticando a rainha da S9. Aja então retrucou com vários tweets expondo a hipocrisia do fandom de Drag Race que deixa queens brancas fazerem o que bem entendem, enquanto fazem da vida de drags negras um inferno.

Scary: ”Bem, sim, Katya não teve nada a ver com a situação e é uma das pessoas menos problemáticas e mais legais do ramo, mas você a expôs para causar drama. Ela não tem culpa de nada”.
Aja: “Então, deixa ver se eu entendi, há um vídeo dela [Katya] dublando a palavra N [nigga] e é… minha culpa. Ok, não houve nenhum drama. Cancele as rainhas pretas/de cor de todos os lados e defenda as brancas com todas as fibras, certo? O objetivo do post era [mostrar] a desigualdade racial. Estava no tema.
Rainhas pretas e de cor trabalham 10 vezes mais nessa merda para conseguir algo. Não estou dizendo para crucificá-la [a Katya], mas situe-se aqui e perceba que rainhas negras são exigidas que se desculpem e expliquem questões pequenas, mas quando uma pessoa branca faz algo, vocês estão abertos ao diálogo. Justo não?”
>  DragCon LA 2019: destaques do 3º dia
>  Ranking | Das 13 temporadas de RuPaul’s Drag Race

Mar: Eu concordo com a mensagem, mas há exemplos muito melhores, se formos considerar que nem parece que Katya está dublando.
Aja: Bem, para mim e muitas pessoas vemos isto de forma diferente. E nós temos todas as razões em ficar chateados ou sentir a necessidade de dizer algo, pois essa decisão não é algo que qualquer pessoa ou fã branco tenha o direito de decidir. Isso talvez deveria ter sido cortado da edição [final do lipsync].

O tweet a seguir foi outra interação de Aja com a @ que estava discutindo com ela, mas a mensagem não apareceu, pois a @ tornou sua conta privada antes das capturas serem feitas.

“Então… Rainhas negras são ridicularizadas por várias drags brancas e fãs em grandes plataformas o tempo inteiro pelas merdas que eles fazem. E eu deveria mandar uma mensagem de texto?… Foda-se para isso”.

A interação de Aja continuou com outra @:

Neve: Você postou este vídeo nem foi para expor a Katya, foi para dizer que drags brancas se livram de tudo… Claro que você obviamente curte a Katya, já que você estava zuando com ela numa transmissão ao vivo! As pessoas precisam parar já [risos].
Aja: As pessoas estão mais preocupadas em protegê-la [Katya] do que responsabilizá-la por algo que foi ofensivo, pela amor de Deus.
Neve: Eu amo a Katya e até eu posso dizer que foi errado ela apresentar aquela música. As pessoas precisam entender que criticar seus artistas favoritos por ações problemáticas, não quer dizer que deixou de gostar deles.
>  DRUK | S01E01 | Looks de entrada
>  S10 | Prévia do sétimo episódio

Aja ainda compartilhou a seguinte mensagem encerrando o assunto

“Tipo, o ponto que Aja tentou trazer aqui foi que rainhas brancas conseguem se livrar de tudo neste fandom”.

Gosto assim, rainha que não tem medo de denunciar o racismo que é, infelizmente, uma característica forte do fandom de Drag Race.


Para ler mais notícias sobre racismo no fandom de RPDR clique aqui.

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Werq The World no Brasil é cancelada por “questão logística”

Saiba o motivo do cancelamento da Werq The World no Brasil e como solicitar reembolso dos ingressos comprados.

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Já é de conhecimento do fandom nacional que a turnê Werq The World não passará mais pelo Brasil. Mas segundo fontes confiáveis não só nosso país foi afetado, pois A Voss Events cancelou a passagem da turnê por toda América Latina, sendo assim nada de Chile e México recebendo o show das RuGirls, mesmo que ainda apareça tais datas no site oficial.

De acordo com email que tivemos acesso, o evento “foi cancelado por questões logística da produção”. Porém até o momento não houve nenhum pronunciamento oficial por parte da Voss Events sobre o cancelamento da turnê na América Latina.

A seguir a confirmação do cancelamento do show em Porto Alegre.

A seguir o email da empresa Uhuu sobre o cancelamento da Werq The World em São Paulo informando como obter o reembolso.

>  Werq The World no Brasil é cancelada por “questão logística”
>  AS4 | Estilista acusa Gia Gunn de ter lhe dado golpe (pt3)

>  AS4 | Meet The Queens

Quanto aos fãs brasileiros, para conseguirem reembolso dos ingressos comprados basta enviar email para falecom@uhuu.com e fazer a solicitação.

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Fantasia racista de KKK de drag queen brasileira gera revolta

Uma drag brasileira se fantasiou de KKK para uma festa e causou revolta com seu ato racista.

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Novembro é o mês da Consciência Negra no Brasil e como somos homenageados? Com drag queen fazendo performance racista!

No dia 26 de Outubro em Piracicaba (SP), durante a festa “A Paradinha – The Walking Drag” a Drag Verona, rainha brasileira, se fantasiou de KKK. Na performance ainda bebeu sangue de um boneco que representava um bebê negro. Quem foi ao evento fez registros da performance e expôs nas redes sociais o ato de racismo que pode ser conferido a seguir:

Denúncia de racismo pt1

Denúncia de racismo pt2

Denúncia de racismo pt3

Fotos da performance da Drag Verona.

A drag fantasiada de KKK.

A drag performando e bebendo sangue de um “bebê negro”.

>  S11E01 | Looks de Entrada
>  DragCon NY 2019: destaques do 1º dia

A drag até fez um pedido de desculpas para as pessoas “que se sentiram ofendidas”. Isso não é questão de se sentir ofendido, racismo é crime e merece punição.

A ONG Casvi responsável pela festa e pela Parada LGBT de Piracicaba emitiu um comunicado oficial sobre a performance da Drag Verona, “INFORMAMOS QUE A DRAG VERONA NÃO FAZ MAIS PARTE DO ELENCO DA PARADA DA DIVERSIDADE E ORGULHO LGBT DE PIRACICABA, POR NÃO TER AGIDO DE ACORDO COM OS VALORES DA INSTITUIÇÃO E DO EVENTO. Não compactuamos com qualquer prática discriminatória nem de conivência com as mesmas. Não compactuamos com qualquer prática discriminatória nem de conivência com as mesmas. Qualquer pessoa que conheça o trabalho que realizamos em prol das populações vulneráveis de Piracicaba conhece os valores que pautam nossa atuação. Reduzir 27 anos de história de luta social por um episódio que não estava sobre nosso controle não é a melhor forma de resolver o problema”. A nota d ONG foi postada aqui.

Mas nem todos aceitaram as desculpas da ONG.

Drag Verona se manifestou em seu facebook se desculpando: “EU NÃO SOU RACISTA E NÃO FIZ APOLOGIA AO RACISMO!!! Eu pensei numa performance satanista, onde eu traria o apocalipse, através de várias coisas; governos (Bolsonaro), igrejas (Universal e demais aproveitadoras da fé cega), rituais e etc, porém fugiu do controle ao colocar o KKK. ERREI??? SIMMMMM!!! e me arrependo amargamente a cada segundo.O bebê foi algo impensado, nada a ver com a ideia acima, porque foi a boneca mais barata que encontrei no centro pra poder usar na performance… EU PEÇO PERDÃO A TODOS QUE OFENDI E DECEPCIONEI!!!” (postado aqui)

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A queen Samantha Banks se pronunciou contra esse ato racista no Facebook.

Já não basta a gente ter que lidar com drag fazendo blackface agora isso? Parece que não evoluímos NADA! Brasil e sua falsa democracia racial. Estou enojada e revoltada.

APOLOGIA AO RACISMO NÃO É ARTE, É CRIME.

Peço que não ataquem ou façam ameaças a Drag Verona. Ela errou e tomara que aprenda com isso. Mas é importante que a gente não normalize essas atitudes. Pois foi por normalizar o racismo, machismo, LGBTfobia e muitas outras atitudes problemáticas de Jair Bolsonaro, que hoje ele está eleito presidente do Brasil, dando voz a todas essas opressões que fazem vítimas diariamente.

Infelizmente o fandom de Drag Race tem um grande histórico de racismo, se você quiser ler mais notícias relacionadas ao tema clique aqui.

O QUE É A KKK?

A Ku Klux Klan (KKK) foi uma organização racista secreta que nasceu no final do século 19 nos Estados Unidos. Ela foi fundada em 1866, no Tennessee, como um clube social que reunia veteranos confederados, ou seja, soldados que haviam lutado pelos estados do Sul, o lado derrotado, na Guerra Civil Americana (1861-1865). Na defesa da manutenção da supremacia branca no país, o grupo promovia atos de violência e intimidação contra os negros libertados.

Mais informações sobre a KKK podem ser lidas aqui e aqui.

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Destaques

“We’re Here”, nova série da HBO com Bob, Shangela e Eureka estreia em 2020

Bob The Drag Queen, Shangela e Eureka estrelam programa sobre arte drag na HBO, a estreia será em 2020. Saiba mais sobre o show a seguir.

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É isso mesmo, manas. Nova série da HBO estrelada pelas lendárias participantes de Drag Race Bob The Drag Queen, Shangela e Eureka O’Hara chamada We’re Here estreia em 2020. Confira o comunicado de Bob:

“O segredo foi revelado! Eu trabalhei numa nova série com a HBO chamada “WE’RE HERE” [Nós Estamos Aqui]. Viajando por pequenas cidades do país com minhas amigas Shangela e Eureka, empoderando comunidades locais com a mágica da arte Drag. #WereHere chega na HBO em 2020”.
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Na mensagem de Shangela que foi parecida a de Bob a queen completou com:

“Não desistam de seus sonhos, pessoal. E não tenham medo de TRABALHAR DURO pelo que desejam. HALLELOO!”

Já Eureka postou:

“(O que é a vida, OMD)(Mãe te amo) Sempre estejam focadas e determinadas e vocês chegarão a onde quiserem. Eu tenho tanto orgulho de todos que trabalharam tão DURO para que isso acontecesse”.

Em comunicado, foi informado que o programa terá seis episódios, e vai acompanhar as três rainhas enquanto elas recrutam moradores de pequenas cidades nos Estados Unidos para participar de um show drag que acontecerá em sua cidade por apenas uma noite.

Bob The Drag Queen, Shangela e Eureka O’Hara

Já estou muito ansiosa pelo programa das lendas e vocês???

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Babados

Todrick Hall se defende das sérias acusações que tem sofrido

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Recentemente, Todrick foi exposto nas redes sociais por: não pagar seus empregados, mas gastar milhares de dólares com garotos de programa; cometer e acobertar assédio sexual; roubar fãs; fazer whitewashing e por ser amigo de Taylor Swift por conveniência. O artista então usou sua conta pessoal no Facebook para responder às acusações de calote feitas pelo dançarino Thom, assim como as demais denúncias. Confira a seguir.

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“Este Thom, basicamente, não tem currículo. Eu deixei de ligar para agências e realizei uma audição para escolher um elenco de dançarinos que ele jamais teria a oportunidade de participar, por ele não ter agente. Ele falhou em mencionar que desde de ‘Nails, Hair, Hips, Heels’ o contratei mais duas vezes, nas quais ele foi pago. E então ele postou essa insanidade DUAS SEMANAS após ele filmar o clipe de “FAG”. A não ser que você seja stripper, você não é pago imediatamente em Los Angeles, nunca. Ele postou diversas vezes sobre a incrível experiência que foi estar no set e fazer os vídeos, mas então mudou seu tom, o que na minha opinião foi porque ele ficou amargo por não ter sido convidado a sair em turnê comigo.

No fim das contas, eu quero que vocês saibam que se isso fosse fácil, todas as pessoas que estão aí sentadas repostando e tentando me derrubar, estariam elas mesmo fazendo (o trabalho que faço). Eu construi minha carreira a marca do zero. Eu competi com grandes artistas nos charts com meus álbuns que escrevi e produzi por conta própria.

Eu vou continuar me esforçando e lutando pela minha carreira e vou lembrar de todas amizades falsas que estou vendo curtindo, comentando e até compartilhando essas histórias maldosas. Desculpe a todos que eu machuquei ou descartei no processo de perseguir meus sonhos, eu juro que nunca foi intencional. Amo vocês, pessoal, e eu continuarei seguindo em frente”.

>  S10 | Prévia do sétimo episódio
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Para ler sobre as acusações que Todrick sofreu recentemente clique aqui.

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